Estreou-se como atriz mas, apesar de nos últimos tempos ter trabalhado mais como apresentadora, Maria Botelho Moniz não desistiu da representação. "Se tivesse perdido o gosto, não continuaria a fazê-lo. Tenho um filme a estrear este ano", revela a artista em entrevista à edição desta semana da revista TV Guia. Embora se tenha recusado a falar da saída da SIC e das mortes do pai e do namorado, confessou-se surpreendida e entusiasmada com o convite que recebeu da TVI para apresentar o "Big Brother Extra".

"Não estava à espera", desabafa Maria Botelho Moniz. "A vida encarrega-se de nos entregar as coisas no tempo certo", referiu a artista na resposta a uma outra pergunta, antes de explicar o que é que um homem tem de ter para a seduzir. "Não existem príncipes encantados e não é preciso nenhum talento para me conquistar. É preciso mexerem comigo de certa forma, igual a qualquer outra pessoa. Tem de ser alguém que nos mexa no pensamento e no coração", esclarece a nova apresentadora da TVI.

Apesar de ter sido elogiada publicamente por Manuel Luís Goucha, não gosta de comparações. "Nunca serei a nova Cristina Ferreira, porque só há uma. Tal como só há uma Júlia Pinheiro, uma Fátima Lopes, uma Tânia Ribas de Oliveira. Não quero ser a nova alguém... Isso não existe! Eu quero ser eu", garante Maria Botelho Moniz, que não revela publicamente quem é que mais gosta de ver no "Big Brother 2020". "Tenho concorrentes favoritos e alguns com quem simpatizo menos, claro", assume, todavia.

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