Isabel II esteve em grande destaque esta semana na imprensa. A rainha cancelou uma viagem à Irlanda do Norte, agendada para quarta-feira, depois de ter sido alertada pelos seus médicos de que deveria ficar em repouso. Mais tarde soube-se que passou a noite de quarta-feira no hospital para realizar analises preliminares.

As notícias que indicam uma saúde frágil da monarca britânica, atualmente com 95 anos, levam Angela Levin, escritora especialista em assuntos reais, a afirmar que que se o o príncipe Filipe fosse vivo já teria convencido a rainha a abrandar o ritmo.

Angela não tem dúvidas de que o marido de Isabel II seria o primeiro a aconselhar a monarca a abrandar o ritmo, participar em menos eventos públicos e também aquele que mais facilmente seria escutado.

A especialista acredita que é necessário "encorajar a rainha a dar um passo trás ou para o lado para permitir que o seu corpo recupere dos compromissos em que participa".

"Acho que é uma luta entre a cabeça e o corpo, porque ela quer fazer isto, ela sente que pode, é muito articulada, mas o seu corpo tem 95 anos", completa.

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