Em 2018 nasceram 86 827 bebés em Portugal. Por trás de cada um destes nascimentos, há a história de um parto. A de Lucy, que teve gémeos no jardim de sua casa, a de Mafalda, que conheceu o seu bebé no ambiente protegido do próprio quarto, a de Inês, que quis fazer o parto dentro de água, a de Maria Teresa, que estava a viajar na Austrália quando descobriu, aos cinco meses de gravidez, que tinha três bebés na barriga.

Estas são histórias tantas vezes partilhadas apenas entre mulheres, na intimidade da família ou das amigas mais próximas.

No livro “Trazer ao Mundo”, da jornalista Rita Silva Freire, esses segredos são revelados. São histórias de superação, de alegria, de medo e de coragem. Felizes, inquietantes, pessoais. Histórias de amor que, únicas e comuns a todos nós, traçam um retrato de como se nasce hoje em Portugal.

A autora narra-nos o que acontece entre a primeira contração e o momento que o bebé é posto no colo da mãe, seja num parto em casa, ou numa cesariana realizada em hospital. Um dos objetivos da obra é desmistificar um momento que pode ser assustador para tantas mulheres e ajudar a responder a questões como: Para que serve a episiotomia? Pedir ou não a epidural? Quais os riscos de um parto em casa? ou como fazer um plano de parto?

A obra conta com a participação dos obstetras Jorge Lima, Nuno Clode e Sara Proença, bem como da enfermeira-parteira Luísa Sotto-Mayor.

Rita Silva Freire é jornalista, vive atualmente em Varsóvia, na Polónia. Em Portugal, integrou as redações do Jornal de Letras e do semanário Sol. Rita é mãe do Manel, de quatro anos.

O livro chega aos escaparates com o preço de 16,60 euros.

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