Não volte a sentir-se culpado/a por comer um gelado, nem ligue à velha máxima “dois minutos na boca, dois anos nas ancas!”. Um gelado sabe bem, dá energia e até fornece vitaminas e minerais.
A pedido da Associação Nacional dos Industriais de Gelados Alimentares (ANIGA), a Faculdade de Ciências da Nutrição e da Alimentação da Universidade do Porto (FCNA-UP) elaborou um estudo orientado por Olívia Pinho, em que foi analisada a composição nutricional de vários gelados. Conclusão: É possível comer diariamente um gelado desde que integrado numa dieta alimentar equilibrada que integre legumes, sopa e frutas!
O estudo analisa os vários gelados existentes no mercado: de nata, de leite, de aromas, de fruta, de água ou sorvete, além da categoria light que inclui os gelados com menos 30% do teor calórico original. Todos eles são ricos em hidratos de carbono. Mas, apesar do elevado teor de lípidos/gorduras (até 10,g por cada 100 g), que fornecem energia, os gelados também podem conter minerais como o cálcio, fósforo, sódio, potássio e magnésio. Entre as vitaminas, está a B1, B2, B3, A e D.
A ANIGA garante que a indústria tem apostado na melhoria do valor nutricional, através da redução de gordura e açúcar, principalmente na gama de produtos destinados às crianças. A informação aos consumidores através do rótulo e o investimento em novas tecnologias, como a da congelação da fruta, são outros esforços realizados pela indústria para garantir melhores e mais saborosos gelados para todos.

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