Desde o início da pandemia, Portugal registou 5.733 mortes associadas à COVID-19 e 353.576 casos de infeção. Em relação a segunda-feira, contam-se mais 84 óbitos, 2.638 infetados e 5.761 recuperados. Ao todo há já 280.038 casos de recuperação assinalados em território nacional.

O Norte, com 1.348 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 51,1% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

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relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 2.724 óbitos (+36 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (1.977 +26), Centro (794 +18) e Alentejo (151 +3). Pelo menos 61 (=) mortes foram registadas no Algarve. Há 20 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se seis óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.206 doentes internados, menos 48 que ontem, e 506 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos sete do que na segunda-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 67.805 casos ativos da infeção em Portugal – menos 3.207 que ontem - e 74.572 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 2.151.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 184.883 (+1.348), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (114.553 +682), da região Centro (37.307 +436), do Alentejo (8.065 +59) e do Algarve (6.224 +42). Na Madeira existem 1.103 (+27) casos confirmados e nos Açores 1.441 (+44).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 3.872 (+57) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.166 +20), entre 60 e 69 anos (475 +6), entre 50 e 59 anos (152 +1) e 40 e 49 anos (49 = ).

Os dados indicam ainda que, do total das vítimas mortais, 2.995 (+41) são do sexo masculino e 2.738 (+43) do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 58.958 (+408) casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 54.940 (+413), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 53.353 (+373).

Desde o início da pandemia, houve 158.884 (+1.181) homens infetados e 194.562 (1.460) mulheres, sendo que se desconhece o género de 130 (+3).

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 1.621.397 no mundo desde que a OMS relatou o início da doença em dezembro de 2019, na China, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP. Mais de 72.761.200 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 46.866.300 já são considerados curados.

Esse número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do número real de infeções. Alguns países testam apenas casos graves, outros priorizam o teste de rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

Na segunda-feira, 8.272 mortes atribuídas a covid-19 e 537.261 novos casos de contágio foram registados em todo o mundo. Os países que registaram o maior número de mortes nos seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 1.386 óbitos, Rússia (577) e Alemanha (500).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 300.479 mortes para 16.519.616 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 6.298.082 pessoas já foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 181.835 mortes e 6.927.145 casos, a Índia com 143.709 óbitos (9.906.165 casos), o México com 114.298 mortes (1.255.974 casos) e a Itália com 65.011 óbitos. (1.855.737 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que tem o maior número de mortes em relação à sua população, com 156 óbitos por 100.000 habitantes, seguida do Peru (111), Itália (108), Bósnia (103) e Macedónia do Norte (103).

A Europa totalizava hoje, às 11:00, 485.475 mortes para 22.428.120 casos, a América Latina e Caraibas 472.868 mortes (14.104.251 casos), os Estados Unidos e Canadá 313.958 mortes (16.983.929 casos), a Ásia 206.332 mortes (13.155.038 casos), o Médio Oriente 85.171 mortes (3.666.782 casos), a África 56.651 mortes (2.392.512 casos) e a Oceania 942 mortes (30.575 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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