Desde o início da pandemia, Portugal registou 5.278 mortes associadas à COVID-19 e 335.207 casos de infeção. Em relação a quarta-feira, contam-se mais 86 óbitos, 3.134 infetados e 4.848 recuperados.

A região Norte, com 1.371 novos casos, representa 43,7% do total de novos diagnósticos no país. 

COVID-19 em Portugal: Veja os casos no seu concelho
COVID-19 em Portugal: Veja os casos no seu concelho
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Ao todo há já 259.548 casos de recuperação assinalados em território nacional.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2, com 2.537 óbitos (+32 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (1.831 +37), Centro (697 +14) e Alentejo (136 +2). Pelo menos 56 (+1) mortes foram registadas no Algarve. Há 19 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se dois óbitos (=) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.304 doentes internados, menos 28 que ontem, e 509 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais cinco do que na quarta-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 70.381 casos ativos da infeção em Portugal – menos 1.800 que ontem - e 75.633 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 772.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 175.983 (+1.371), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (109.017 +964), da região Centro (34.571 +444), do Alentejo (7.420 +267) e do Algarve (5.949 +63). Na Madeira existem 1.013 (+6) casos confirmados e nos Açores 1.254 (+19).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 3.550 (+63) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.073 +17), entre 60 e 69 anos (447 +4), entre 50 e 59 anos (147 +2) e 40 e 49 anos (46 = ).

Os dados indicam ainda que, do total das vítimas mortais, 2.775 (+44) são do sexo masculino e 2.503 do feminino (+42).

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 56.126 (+ 495) casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 52.264 (+417), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 50.736 (+370).

Desde o início da pandemia, houve 150.745 (4.657) homens infetados e 184.329 mulheres (+4.548), sendo que se desconhece o género de 133 (-6.071).

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia de COVID-19 já provocou a morte de pelo menos 1.570.398 pessoas em todo o mundo desde que foi detetado o primeiro caso na China, no final de 2019, segundo uma contabilização da agência de notícias AFP. Mais de 68.884.640 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, dos quais pelo menos 43.860.500 foram, entretanto, considerados curados.

Este número de casos diagnosticados reflete, no entanto, apenas uma fração do número real de infeções, já que alguns países testam apenas os casos graves e muitos países pobres têm capacidade limitada para fazer testes.

Nas últimas 24 horas, foram registados 12.507 mortes e mais 654.991 casos em todo o mundo. Os países que contabilizam maior número de mortes nos seus mais recentes balanços são os Estados Unidos, com 3.071 vítimas mortais recentes, o Brasil, com mais 836 mortes, e o México, com mais 781 óbitos.

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 289.450 mortes em 15.392.196 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 5.889.896 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 178.995 mortes e 6.728.452 casos, a Índia com 141.772 mortes (9.767.371 casos), o México com 111.655 mortes (1.205.229 casos) e o Reino Unido com 62.566 mortos (1.766.819 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que regista maior número de mortes em relação à sua população, com 152 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida do Peru (111), Itália (102) e Espanha (101).

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje, até às 11:00 TMG (mesma hora em Lisboa) 464.537 mortes para 13.725.721 casos, enquanto a Europa somava 461.674 mortes (20.510.249 casos).

Os Estados Unidos e o Canadá tinham 302.399 mortes (15.825.136 casos), a Ásia 202.692 mortes (12.912.790 casos), o Médio Oriente 83.266 mortes (3.571.087 casos), enquanto África registava 54.888 mortes (2.309.183 casos) e a Oceânia 942 mortes (30.478 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e com informações fornecidas pela Organização Mundial de Saúde.

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