"Constatamos que há sinais inquietantes de regresso epidémico em território nacional", admitiu Olivier Véran, mas "nesta altura estamos muito longe de uma segunda vaga", afirmou.

Os "clusters" indicados como "reagrupamentos de casos de COVID-19" situam-se sobretudo no oeste de França, em Mayenne e na Bretanha, regiões pouco atingidas antes pela pandemia, mas também no leste, particularmente atingido pela doença durante a primavera.

A nível nacional, a taxa de contágio efetiva (o fator 'R'), que mede o número médio de pessoas contagiadas por alguém portador do novo coronavírus, "estabilizou" em 1,2.

Em algumas regiões, com situações particularmente preocupantes e com surtos, como a Bretanha a taxa de 2,6 mantém-se igual.

No "pico" da pandemia, em França, a taxa ultrapassou um valor superior a 3 tendo o R caído para 0,5 após as medidas de confinamento.

Face a estes sinais, a França impôs o uso, a partir de hoje, de máscara sanitária em todos os locais públicos, tais como estabelecimentos comerciais, centros comerciais, departamentos administrativos, bancos ou mercados fechados.

Esta medida já era obrigatória nos transportes públicos a nível nacional.

A multa para quem não usar a máscara sanitária é de 135 euros.

Em França morreram até ao momento 30.152 pessoas de COVID-19 e foram registados mais de 331 mil casos de contagio.

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