A ministra da Saúde de Kerala anunciou que uma mulher grávida, de 24 anos, foi diagnosticada como sendo portadora da doença, da qual o mosquito Aedes Aegypti é o principal vetor de transmissão.

Ela acrescentou que estava a ser tratada num hospital de Thiruvananthapuram, na capital do Estado.

Pelo menos outras 13 pessoas são suspeitas de estarem infetadas, mas os resultados das suas análises ainda não foram divulgados.

Não existem vacinas ou tratamentos contra o vírus zika, que é transmitido pelo mosquito ou durante relações sexuais.

Benigno na maioria das pessoas, pode gerar o que a OMS chama agora de "síndrome congénita da infeção pelo vírus zika", que reúne complicações neurológicas e graves anomalias do desenvolvimento cerebral.

Em raras ocasiões, a contaminação de mulheres grávidas com o zika pode gerar o nascimento de bebés com microcefalia.

As autoridades informaram que a mulher infetada com o vírus começou a apresentar sintomas como febre e dor de cabeça antes de ser internada num hospital onde deu à luz na quarta-feira.

A mulher não tinha viajado recentemente e a sua mãe apresentou recentemente sintomas similares.

A Índia protagonizou epidemias de do vírus zika em 2017 e 2018. Foram registadas várias centenas de casos nos estados de Gujarat e Rajasthan (oeste) e Madhya Pradesh (centro).

Além disso, Kerala também enfrenta atualmente um surto de casos de coronavírus. Nesta sexta-feira, o estado registou 13.000 novos casos em 24 horas, o que o torna o estado mais afetado do país.

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