Segundo o relatório, que é elaborado com base em dados comunicados diariamente pelas autoridades nacionais de cada país, mais de 205.356.020 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Nas últimas 34 horas, foram contabilizadas 10.296 novas mortes e 706.666 novos casos de covid-19 em todo o mundo.

A grande maioria dos pacientes acaba por recuperar, mas uma parte – ainda mal avaliada – mantém os sintomas durante semanas ou até meses.

Os países que registaram maior número de mortes nos seus relatórios mais recentes foram a Indonésia, com 1.466 novas mortes, o Brasil, com 1.148 óbitos, e a Rússia, com 815 vítimas mortais.

Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em termos de mortes como de número de casos, com 619.093 mortes para 36.306.917 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 566.896 mortes e 20.285.067 casos, a Índia, com 430.254 mortes (32.117.826 casos), o México, com 246.811 mortes (3.045.571 casos), e o Peru, com 197.209 mortes (2.130.018 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 598 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido pela Hungria (311), pela Bósnia (296), pela República Checa (284), pelo Brasil (267) e, finalmente, pela Macedónia do Norte (265).

A região da América Latina e Caraíbas totalizava hoje, às 10:00 GMT (11:00 em Lisboa) 1.401.200 mortes para 41.882.168 casos, enquanto a Europa contabilizava 1.218.433 mortes e 60.294.995 casos.

A Ásia somava, à mesma hora, 717.566 mortes em 46.974.119 casos, e a região dos Estados Unidos e Canadá registava 645.782 mortes em 37.753.149 casos.

O continente africano tinha 180.994 mortes em 7.166.244 casos, enquanto o Médio Oriente somava 167.528 mortes em 11.188.389 casos e a Oceânia apresentava 1.510 mortes em 96.962 casos.

A avaliação apresentada diariamente pela AFP é realizada com base em dados recolhidos pelas delegações da agência junto das autoridades nacionais competentes e com informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou publicação tardia dos dados, os números da evolução das últimas 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

Além disso, os números excluem as revisões feitas ‘a posteriori’ por organismos de estatística, que, às vezes, concluem ter-se registado um número muito superior de óbitos.

A OMS chega a estimar, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente associada à covid-19, que os resultados da pandemia possam ser duas a três vezes superiores aos apresentados oficialmente.

Uma parte significativa dos casos menos graves ou assintomáticos também permanece não detetada, apesar da intensificação do rastreamento em muitos países.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.514 pessoas e foram registados 993.241 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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