Algures, no planeta Terra, há continuamente milhões de olhos postos no céu e nos milhares de pontos brancos que pontuam o firmamento noturno. Algures, a centenas de quilómetros de distância, em órbita a este nosso mundo, há milhares de olhos eletrónicos que vasculham cada hectare da superfície terrestre.

Os satélites devolvem-nos, a cada segundo, milhões de imagens da nossa casa comum. Entre as mais impactantes, estão as fotografias que captam a face noturna da terra. Enxames de luz acusam os territórios onde a pressão humana é maior.

Estados Unidos da América, Europa e Ásia enxameiam com a atividade humana. Grandes cidades como Nova Iorque, Paris, Londres ou Tóquio, ganham especial contorno numa rede que liga milhares de cidades de diferentes dimensões, através de autoestradas, entre outras vias.

Nem mesmo as águas oceânicas ou de grandes mares descansam de luz à noite. No Golfo do México há centenas de minúsculos pontos luminosos, correspondentes a outras tantas plataformas petrolíferas.

Água que também é vida, como tão bem ilustra a fotografia que capta o Delta do Nilo, imenso rio africano que serpenteia ao longo do continente, de sul para norte. Nas suas margens, uma miríade de luzes, culminando em grandes urbes como o Cairo ou Alexandria, em contraste com a negritude absoluta do deserto do Saara.

No Ásia, a gigantesca metrópole que é Tóquio alarga a sua presença por centenas de quilómetros quadrados, enquanto que na Europa a luz de dezenas de capitais não dá descanso noturno ao céu do velho continente.

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