A cantora Raquel del Rosario, ex-mulher do piloto Fernando Alonso, revelou na sua página de Instagram que salvou o filho mais novo de um ataque de um puma.

No domingo, 17 de outubro, a artista decidiu partilhar este episódio com o mundo, que aconteceu no passado dia 26 de agosto.

Raquel del Rosario contou que o menino, de cinco anos, tinha ido ao quintal apanhar fruta. "O grito que ouvi segundos depois ainda ressoa na minha cabeça, assim como a imagem que vi quando me virei", desabafou.

"Um puma lançou-se sobre ele e atacou-o ferozmente com as suas garras. [...] Ainda hoje não consigo entender como é que atravessei o jardim em milésimos de segundo ou de onde veio a força que me fez bater repetidamente no animal com os punhos até ele sair", partilhou.

Com a ajuda do atual companheiro, Pedro Castro, que apareceu logo depois, "conseguiram entrar em casa sem mais incidentes, avisaram os vizinhos e foram para o hospital".

Na mesma publicação, destacou ainda as palavras do médico que tratou do filho: "Mais uns milímetros e não teria conseguido".

"O meu coração ficou destroçado quando o vi sair da cirurgia. Todas as forças que me tinham invadido naquela manhã desapareceram, deixando-me completamente indefesa diante da dor da qual eu desconhecia por completo. O medo apoderou-se de mim", confessou depois.

"Se alguém me tivesse dito naquele momento, vendo o meu estado, que três dias depois ele sairia a correr do hospital, nunca teria acreditado. 'Mamã, não vou voltar a buscar as frutas para que o tigre não fique zangado'", acrescentou, citando palavras do menino.

"Estas semanas temos passado por esta dor, sentindo e aceitando, sem fugir dela. Refugiar-me mais uma vez na natureza, imprevisível como um animal selvagem ou a erupção de um vulcão, mas curativa e mágica ao mesmo tempo", continuou.

Numa outra publicação, disse que quando voltaram para casa do hospital no bairro estavam vários meios de comunicação social, tendo recebido também várias "cartas dos vizinhos, presentes e comida".

Além disso, Raquel del Rosario contou também que no dia do incidente, quando voltou a casa para "levar algumas coisas para o hospital", falou com autoridades, que "descobriram que o puma ainda estava no seu jardim".

"Eles foram obrigados a matá-lo. Preferíamos, e sei que eles também, que o desfecho em relação ao animal fosse diferente, mas esta era uma decisão que não passava por nós", acrescentou.

"Da janela, observei o outro puma, que era seu irmão, a voltar ao jardim acompanhado da sua mãe. Ela posicionou-se ao lado do corpo do seu filho sem vida e trocamos um olhar de dor que jamais esquecerei (não imaginam os sonhos que tive com ela). Saí de casa com o coração partido e sentimentos confusos sem fim sobre tudo o que aconteceu, mas naquele momento só conseguia pensar em proteger o Leo [filho mais velho] e estar perto do Mael, o eterno e irredimível amante dos animais", rematou.

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