Façamos uma viagem no tempo, atrasando o calendário mil anos. Situemo-nos nas serranias da região Centro de Portugal e imaginemos um céu de nuvens a tocar os picos rochosos. Nesse dia impreciso, há mil anos, a chuva caía com abundância, embrenhava-se nos penedos e nas florestas, ao abrigo das copas das árvores, tocando o solo e, de imediato, filtrada por este.

Correram dez séculos, girou o Planeta centenas de milhares de vezes, sem que tal incomodasse a água daquela chuva com mil anos. O seio da Serra do Bussaco, qual mãe, protegeu e preservou a água milenar a centenas de metros de profundidade. Hoje, tal como no passado, as chuvas que tocam no solo da serra, viajam para o abrigo subterrâneo que manterá as suas características estáveis, sãs e puras, ao abrigo de contaminações humanas ou tratamentos químicos.

A “Mãe Natureza” – assim gostamos de tratar com carinho os ecossistemas que habitamos – é mais do que uma guardiã. Também lhe reconhecemos o papel de modeladora da paisagem e artesã dos elementos que a constituem. Assim acontece com as águas que consumimos que, nas suas características, diferem entre si.

Num exercício de síntese, “arrumemos” as águas em três tipos. O primeiro já nos foi apresentado, trata-se da Água Mineral Natural que difere da Água de Nascente, também no subsolo, embora com uma origem a menor profundidade e características menos estáveis. Finalmente, temos as águas adequadas para o consumo humano ou, preferindo-se a expressão corrente, a “água da torneira”. Esta é obtida de fontes à superfície, como reservatórios, lago, rios e submetida a tratamentos físico-químicos que garantam a sua potabilidade e consequente consumo humano.

Um recurso precioso como a água que brota na Serra do Bussaco, merece que o seu caminho milenar receba a atenção que lhe é devida e que não se perca anónimo numa mesa de um restaurante, nas nossas casas ou nas prateleiras dos supermercados. A água preservada sob as florestas do Bussaco, não é uma ilustre incógnita, tem nome há 169 anos: Água de Luso.

Guia rápido para diferenciar os tipos de água:

Água Mineral Natural: água muito profunda, características estáveis que garantem uma água sã e pura.

Água de Nascente: água de subsolo, com origem menos profunda e características menos estáveis.

Água adequada ao consumo humano: água de superfície (reservatórios, lagos, rios) submetida a tratamentos para que se torne consumível.

Traçada a origem desta água, há que saber que a gestão deste recurso natural e do ecossistema que o envolve se encontram preservados, com base numa gestão sustentável: o embalamento faz-se no local da captação; os aquíferos estão protegidos de possíveis contaminações.

Princípios tão importantes quanto é sabermos que consumimos um Bem que nos oferece a forma mais saudável de hidratação, sem adição de químicos e um complemento de sais minerais e oligoelementos, imprescindíveis à nossa dieta diária.

Protetora do que a Natureza preservou milenarmente, a garrafa de vidro da Água de Luso não se perde numa única utilização, antes reutilizada em média 40 vezes. Embalagens que contam, desde 2018, com rótulo em papel proveniente de florestas sustentáveis, com certificação FSC – Forest Stewardship Council.

Preciosa água aquela que descansa mil anos no sossego da Serra do Bussaco
créditos: Luso

Reduzir, reciclar e reutilizar caminham a passo com diferentes iniciativas empreendias pela marca Luso, não só nas embalagens (nova garrafa PET  – tipo de resina termoplástica – apoiada em ecodesign, mais amiga do ambiente; novo formato de caixa de 10L, fácil de reciclar”; como também nas fontes de energia inerentes à produção (instalação de 3.150 painéis fotovoltaicos na unidade de engarrafamento da  Água de Luso, o que representou uma redução de 20% no consumo energético).

Uma atenção que não se esgota no ambiente, mas também atenta à comunidade. Saúde, com a promoção de estilos de vida saudáveis; Ambiente, com a proteção e valorização da origem da água mineral natural; Património, através de ações de salvaguarda do mesmo, norteiam a atividade da Fundação Luso.

Tão agradável quanto é beber água, pura, límpida, é sabê-la quase intocada. Perceber que dentro de cada garrafa vive uma história milenar que nos chega às mãos. O que a paciência do tempo talhou na Serra do Bussaco é singular e tão simples quanto saciar o que pede a nossa natureza.

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