“Este financiamento adicional da UE em apoio ao lançamento das campanhas de vacinação contra a pandemia de coronavirus em África irá ajudar a garantir que ninguém é deixado para trás, incluindo as pessoas que se encontram em cenários de crise humanitária de acesso difícil”, reagiu o comissário para a Gestão das Crises, Janez Lenarcic.

O lançamento da iniciativa foi feito pelo comissário após uma visita ao Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (África CDC), em Addis Abeba, na Etiópia, que irá desempenhar um “papel de direção” na iniciativa, e que foi identificado pela Comissão como um “parceiro” no que se refere à resposta à pandemia.

“Estou ansioso por uma cooperação ainda mais estreita com o África CDC no futuro, para reforçar a nossa prontidão e preparação eficaz para responder em conjunto aos desafios de amanhã”, frisou Lenarcic.

Segundo a Comissão Europeia, a ajuda às campanhas de vacinação em África será feita em “estreita colaboração” com os países africanos e com entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) ou a Cruz Vermelha.

Os 100 milhões de euros que compõem a iniciativa irão ser alocados em duas dimensões, identificadas pelo executivo comunitário como sendo “complementares”.

A primeira, financiada com 25 milhões de euros, irá ajudar os países africanos nas suas campanhas de vacinação, ao tentar preencher “lacunas logísticas críticas, incluindo equipamento”, mas também ao apoiar a “construção de capacidades das autoridades de saúde nacionais e do pessoal médico”.

A segunda dimensão, constituída por 65 milhões de euros, servirá para vacinar pessoas em “palcos humanitários específicos, nomeadamente em áreas de conflito e de difícil acesso”, que serão identificadas e alcançadas “em estreita colaboração com vários parceiros humanitários da UE”.

Sobram ainda 10 milhões de euros que, segundo a Comissão, serão alocados “a qualquer uma das dimensões consoante a necessidade”.

A iniciativa hoje oficialmente lançada já tinha sido anunciada pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante a reunião do G7 em fevereiro.

Na altura, Von der Leyen tinha salientado que a iniciativa serviria para “assegurar o acesso igualitário e justo de todos a vacinas seguras e eficazes”.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.031.441 mortos no mundo, resultantes de mais de 141,9 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

África registou um total de 118.133 mortes desde o início da pandemia, e 4.437.846 infetados desde o início da pandemia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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