Deste modo, o número que se aproximava dos 10.000 nos últimos dias, caiu esta quarta-feira (26) para 9.878, informou o instituto científico de saúde pública Sciensano.

A correção é resultado de "informações mais detalhadas" fornecidas pela autoridade regional flamenga sobre o perfil de centenas de pessoas que morreram em lares de idosos do norte do país entre março e junho, explicou Frédérique Jacobs, uma porta-voz do Sciensano.

As precisões permitiram constatar "mortes registadas duas vezes" ou diferentes causas de mortalidade, o que resultou num saldo líquido de 121 a menos, acrescentou Jacobs em conferência de imprensa.

Bélgica, país com 11,5 milhões de habitantes, tem uma das taxas de mortalidade por COVID-19 mais altas do mundo em relação à sua população.

Em comparação, a vizinha França, seis vezes mais populosa, constatou até o momento 30.544 mortes. Asua taxa de mortalidade (cerca de 452 mortes por milhão de habitantes) é muito menor que a belga (852), segundo dados coletados pela AFP.

Desde o início da pandemia, há seis meses, as autoridades belgas optaram por uma ampla contagem das mortes, somando as ocorridas em hospitais e lares de idosos.

Também foram incluídas as mortes possivelmente vinculadas ao coronavírus, sem que tivessem sido confirmadas com testes específicos.

Durante o pico da pandemia em abril, a Bélgica registou por 10 dias mais de 250 mortes diárias, alcançando um recorde de 342 em 12 de abril, também de acordo com estatísticas do Sciensano.

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.