No boletim sobre a situação epidemiológica hoje divulgado, a DRS refere que a região passa a contabilizar 14.303 casos confirmados de covid-19.

Dos novos casos, quatro são importados e 116 de transmissão local, num dia em que 89 doentes foram dados como recuperados, ascendendo a 13.383 as pessoas curadas depois de infetadas pelo SARS-CoV-2.

Num dia sem registo de óbitos associados à doença, o arquipélago mantém um total de 114 mortes.

No que concerne às 806 situações ativas, o boletim indica que 40 são importadas e 766 de transmissão local.

Estas pessoas estão a cumprir isolamento, encontrando-se 35 internadas no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, uma das quais nos Cuidados Intensivos dedicados à covid-19.

Outras 28 estão confinadas numa unidade hoteleira e as restantes permanecem em alojamento próprio.

A DRS aponta ainda que existem 280 situações que se encontram hoje em apreciação pelas autoridades de saúde relacionadas com viajantes identificados no aeroporto, contactos com casos positivos ou outras reportadas à linha SRS24 ou provenientes dos vários postos de testagem da Madeira.

Em vigilância ativa de contactos de casos positivos estão 415 pessoas e outros 26.995 viajantes estão também a ser acompanhados com recurso à aplicação MadeiraSafe.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da Direção-Geral de Saúde (DGS).

Segundo a DGS, a Região Autónoma da Madeira (RAM) contabilizou, nas últimas 24 horas, 100 novos casos e dois óbitos, somando 15.160 infeções e 107 mortes.

A covid-19 provocou pelo menos 5.249.851 mortes em todo o mundo, entre mais de 264,78 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.537 pessoas e foram contabilizados 1.166.787 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como “preocupante” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em cerca de 30 países de todos os continentes, incluindo Portugal.

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