“Temos a angústia adicional de não conseguirmos identificar todos os que ficaram para trás, sem rosto, sem nome, sem diagnóstico, sem tratamento. E de sabermos que a resposta exige estratégia, investimento público e vontade política”, afirmou Miguel Guimarães.

Intervindo na sessão inaugural do 23.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos, que decorre até quinta-feira, em Coimbra, o bastonário frisou que além da pandemia de covid-19 “outros doentes com outros problemas acumulam-se em consultas e cirurgias por fazer, em listas de espera”.

Na sessão, que decorreu na antiga igreja do Convento de São Francisco, Miguel Guimarães garantiu que a Ordem dos Médicos não descansará até ver “todos os médicos vacinados contra a covid-19”.

O bastonário disse ainda que o congresso, ao qual preside, simboliza uma “homenagem aos médicos e a todos os que perderam a vida durante a pandemia”, para os quais pediu um minuto de silêncio.

Dirigindo-se aos médicos e em particular aos que estiveram na “linha da frente” do combate à pandemia, “no meio de uma guerra, sem armas e sem generais”, Miguel Guimarães frisou que os clínicos “foram os líderes que devolveram a esperança e a confiança na saúde”.

No seu discurso, o bastonário disse ainda que a Ordem dos Médicos vai lançar “muito em breve” um inquérito “a todos os médicos” para saber as condições em que trabalham.

Com o tema “A Ciência em Tempo de Pandemia”, o 23.º Congresso Nacional da Ordem dos Médicos reúne, até quinta-feira, em Coimbra, cerca de 1.800 congressistas e mais de 200 oradores em 61 sessões de trabalho.

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