'Worten Transforma', a campanha de Natal da Worten, foi apresentada na passada quinta-feira num evento que decorreu na loja do Centro Comercial Colombo e que reuniu vários rostos conhecidos. Nilton não quis deixar de apoiar a causa, como aliás faz ao longo de todo o ano.

Na reta final de 2019, prepara-se para deixar as manhãs da RFM para se dedicar a outros projetos que foram sendo adiados, nomeadamente na vertente solidária.

O comediante conversou com o Fama Ao Minuto sobre as prespetivas daquele que se adivinha um ano de grandes concretizações.

Faz questão de se associar a causas solidárias especialmente no Natal ou durante todo o ano?

Costumo dizer a brincar que em dezembro nos lembramos de toda a gente que vamos esquecer em janeiro. Essas pessoas estão cá o ano todo a precisar de nós. Tal como os bombeiros, não é só no verão. Aliás estou em processo para tentar formar uma associação precisamente para ajudar pessoas com necessidades específicas. Há muitos anos que tento fazer uma vez por mês um espetáculo solidário. Estamos numa fase em que estamos a pôr mãos à obra. O Raminhos também está focado nisso. Estamos a ver como conseguimos pôr isto a andar.

É uma máquina trituradora a dizer-te: quero textos e rubricas para amanhã. Foram oito anos, preciso de descansar e dedicar-me a outros projetos A associação é um projeto a concretizar-se já em 2020?

É, obrigatoriamente. Mas é um projeto com 20 anos porque faço isto há muito tempo. É na verdade materializar e profissionalizar o envolvimento em ações solidárias.

Estamos na reta final do ano e também na reta final de Nilton nas manhãs da RFM. Que balanço faz destes oito anos?

São bons, é brutal conseguir aguentar a pressão da escrita diária. É uma máquina trituradora a dizer-te: quero textos e rubricas para amanhã. Foram oito anos, preciso de descansar e dedicar-me a outros projetos.

Foi uma decisão muito ponderada?

São coisas que vêm de há muito tempo. Tenho quatro empresas, tenho mil coisas a acontecer. Mas por exemplo, em 2008 fiz uma digressão pelo Brasil e vários humoristas brasileiros convidaram-me para ir lá. No ano seguinte comecei no '5 Para A Meia Noite', onde estive sete anos, depois a RFM, oito anos, e na verdade passaram-se estes anos todos e nunca voltei ao Brasil para fazer essa digressão. A vida vai passando e vais deixando mil projetos e ideias para trás.

Ando a tentar fechar o meu programa de televisão, outra coisa que ando a atrasar há imenso tempo É tempo agora de se dedicar a esses sonhos.

Sim. Ainda vou estar na RFM mais um mês, mas preciso realmente de uma pausa. Há uma fases da vida em que temos de escolher projetos, temos de nos renovar e de nos sentir realizados.

O que nos pode desvendar mais sobre novos projetos?

Tenho ainda o meu novo espetáculo e ando a tentar fechar o meu programa de televisão, outra coisa que ando a atrasar há imenso tempo. Agora felizmente vou ter tempo para pô-lo no ar. Quer dizer, pôr no ar será só quando assinar.

Vai ser na RTP?

Vamos ver.

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