Desde o início da pandemia, Portugal registou 6.906 mortes associadas à COVID-19 e 413.678 casos de infeção.

Em relação a quarta-feira, contabilizam-se mais 76 óbitos, 7.627 infetados - um novo máximo diário de casos em Portugal - e 3.260 recuperados. Ao todo há já 334.276 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 2.801 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 37% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal. 

COVID-19: Passagem de ano com muitas restrições. Conheça as regras para estes quatro dias
COVID-19: Passagem de ano com muitas restrições. Conheça as regras para estes quatro dias
Ver artigo

relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 3.194 óbitos (+37 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (2.392 +15), Centro (996 +16) e Alentejo (218 +7). Pelo menos 71 (=) mortes foram registadas no Algarve. Há 22 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 13 óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 2.840 doentes internados, menos 56 que ontem, e 482 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos cinco do que na quarta-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 72.496 casos ativos da infeção em Portugal – mais 4.291 que ontem - e 88.534 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 2.556.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 209.964 (+2.588), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (133.739 +2.801), da região Centro (47.721 +1.415), do Alentejo (11.123 +524) e do Algarve (7.698 +219). Nos Açores existem 1.832 (+36) casos confirmados e na Madeira existem 1.601 (+44).

COVID-19 em Portugal: Veja os casos no seu concelho
COVID-19 em Portugal: Veja os casos no seu concelho
Ver artigo

Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 4.676 (+50) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.405 +14), entre 60 e 69 anos (562 +6), entre 50 e 59 anos (182 +4), 40 e 49 anos (59 +1) e entre 30 e 39 anos (13 +1).

Há ainda seis mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e uma (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 3.588 são do sexo masculino e 3.318 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 68.798 (+ 1.271) casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 63.405 (+ 1.153), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 61.796 (+ 1.116).

Desde o início da pandemia, houve 185.953 homens infetados e 227.579 mulheres, sendo que se desconhece o género de 146.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia de COVID-19 fez pelo menos 1.806.072 mortos, desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) detetou a doença na China em dezembro de 2019, segundo o balanço elaborado hoje pela agência France-Presse.

A partir de dados oficiais, o balanço indica ainda que mais de 82.676.050 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, sendo que 51.918.900 doentes foram considerados curados da doença.

O balanço é feito com base nos dados comunicados diariamente pelas autoridades sanitárias de casa país, excluindo as revisões posteriores das entidades responsáveis pelas estatísticas em países como a Rússia, Espanha e Reino Unido.

O número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total de infeções, sendo que uma parte dos casos é menos importante ou refere-se a situações assintomáticas. Há ainda a acrescentar o aumento generalizado da realização de testes, desde o começo da pandemia.

Segundo a France-Presse, nas últimas 24 horas morreram 15.599 pessoas em consequência da covid-19 e foram registados 679.925 novos casos.

Os países que registaram o maior número de mortes, nas últimas 24 horas são os Estados Unidos com mais 3.927 óbitos, o Brasil (1.194) e o México (1.052).

De acordo com a contabilização feita pela universidade norte-americana Johns Hopkins, os Estados Unidos são o país mais afetado pelo novo coronavírus, com 342.414 mortos e 19.745.137 casos registados.

Seguem-se o Brasil, que totaliza 193.875 mortos e 7.619.200 casos de infeção, a Índia, com 148.738 mortos e 10.266.674 casos, o México, com 124.897 óbitos e 1.413.935 casos, e a Itália, com 73.604 mortes e 2.083.689 casos.

Entre os países mais duramente afetados - em proporção do número de habitantes - encontram-se a Bélgica com 168 mortos por cada 100 mil habitantes, seguida da Eslovénia (128); Bósnia (123); Itália (122) e a Macedónia do Norte (119).

A Europa totalizava - até às 11:00 - 568.862 mortos e 26.300.009 casos; América Latina e Caraíbas com 505.089 óbitos (15.465.966 casos), Estados Unidos e Canadá com 357.854 mortes (20.316.207 casos), a Ásia com 218.751 mortos (13.862.834 casos), o Médio Oriente contabilizava 89.766 mortes (3.969.128 casos), África 64.805 mortes (2.730.865 casos) e a Oceânia 945 mortes (31.041 casos).

Este balanço é realizado a partir de dados recolhidos pelos correspondentes da France-Presse junto de entidades competentes e em informações da OMS.

Devido às correções comunicadas e pela publicação tardia de alguns valores, o aumento dos números globais, durante as últimas 24 horas, pode não corresponder exatamente aos valores que foram noticiados anteriormente.

Gostava de receber mais informações sobre este tema? Subscreva a nossa newsletter e as nossas notificações para que nada lhe passe ao lado.

Vídeo - O ar dentro de um avião: como são eliminados vírus e bactérias?

Reforce o sistema imune: 10 alimentos que fortalecem o organismo contra o frio

Um bocadinho de gossip por dia, nem sabe o bem que lhe fazia.

Subscreva a newsletter do SAPO Lifestyle.

Os temas mais inspiradores e atuais!

Ative as notificações do SAPO Lifestyle.

Não perca as últimas tendências!

Siga o SAPO nas redes sociais. Use a #SAPOlifestyle nas suas publicações.