Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, indicou que "três ou quatro focos" foram identificados em "vários pontos do concelho", que faz "fronteira" com o de Reguengos de Monsaraz, onde foi detetado um surto num lar.

"Ao contrário do que vem sendo disseminado, não temos nenhuma infeção comunitária, nem transmissão comunitária detetada", garantiu, sublinhando que no concelho de Évora "não há cadeias de transmissão ativas".

Segundo o autarca alentejano, as pessoas do concelho que foram infetadas na sequência dos novos focos de covid-19 "não são muitas, são relativamente poucas" e estão a cumprir o período de quarentena.

Até quinta-feira, adiantou, o concelho de Évora registou um acumulado de 54 pessoas infetadas pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, das quais "29 já estão totalmente recuperadas" e as restantes, 25, estão "ativas".

"A maior parte" destas pessoas "já está em fase final de recuperação", disse, frisando que os casos ativos "estão em casa sob vigilância medica", pelo que, para já, "não oferecem preocupação de contaminação comunitária".

O concelho de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, regista o maior surto da doença provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 do Alentejo, contabilizando, até hoje, oito mortes (sete utentes e uma funcionária do lar) e 142 casos ativos.

Portugal contabiliza pelo menos 1.587 mortos associados à covid-19 em 42.782 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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