Entre os novos casos, as autoridades sul-coreanas identificaram em 92 pessoas uma ligação com um hospital em Cheongdo, no sul do país.

Naquela localidade nasceu o fundador da seita cristã Igreja de Shincheonji Lee Man-hee, que morreu há três semanas. Os três dias das cerimónias fúnebres decorreram numa sala do hospital de Cheongdo, fortemente atingida pelo coronavírus.

Mais de 150 membros da seita foram contaminados. O primeiro caso foi uma mulher de 61 anos que ignorava estar infetada e terá transmitido o vírus ao participar nos rituais religiosos.

As autoridades de Saúde da Coreia do Sul insistiram que, até ao momento, a epidemia ainda está numa fase controlável.

O coronavírus Covid-19 provocou já 2.345 mortos na China continental e mais de 76 mil infetados em todo o mundo.

Além das vítimas mortais no continente chinês, morreram quatro pessoas no Irão, três no Japão, duas na região chinesa de Hong Kong, duas na Coreia do Sul, uma nas Filipinas, uma em França, uma em Taiwan e uma em Itália.

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