De acordo com a Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) é importante atribuir uma semanada às crianças desde cedo, entre os seis e os sete anos – para aprenderem o valor do dinheiro e fazerem escolhas sobre o que realmente querem comprar. É também nesta altura que aprendem as bases do cálculo e começam a ter noção dos diferentes tipos de moedas.

Quando começar a semanada

Idade ideal. Entre os seis e os sete anos. É nesta altura que as crianças começam a ter a noção do valor do dinheiro e a fazerem escolhas sobre o que realmente querem comprar.

Valor. Pode começar com um euro por semana. Há ainda quem sugira dois euros no segundo ano de semanada, 2,60 no terceiro, três no quarto e 4,50 no quinto.

Como incentivar. Neale Godfrey, a autora do livro “O Dinheiro Não Nasce em Árvores” sugere três mealheiros para as crianças: um para pôr a semanada, outro para juntar uma parte do dinheiro oferecido no aniversário ou no Natal (servirá para atingir um objectivo a médio prazo, por exemplo a compra de uma bicicleta) e o restante noutro mealheiro, que se destinará a concluir um objectivo de longo prazo: um curso ou uma compra mais cara.

O que os pais devem fazer. A semanada não é uma brincadeira e os pais devem encarar o assunto de forma séria. A semanada não deve incluir tarefas que já fazem parte da rotina diária das crianças, como arrumar ou quarto ou estudar.

Passar para uma mesada

Idade ideal. Entre os dez e os 11 anos. As crianças já têm uma noção mais real do dinheiro e das coisas que querem comprar.

Valor. Não existe um valor certo, tudo depende do orçamento familiar ou se a criança tem mais irmãos e é preciso dividir os recursos financeiros. De qualquer forma, o montante não deverá ser muito alto. Uma criança ou adolescente com muito dinheiro pode optar por um consumismo excessivo, alerta a Associação de Instituições de Crédito Especializado. Já um valor irrisório pode fazer com que o seu filho não seja capaz de gerir corretamente o próprio dinheiro.

Como incentivar. A participação das crianças nas conversas sobre as despesas familiares é uma forma de entender o dinheiro como um recurso esgotável. Se o seu filho está a gerir bem o orçamento dê-lhe os parabéns! Caso contrário fale com ele e tente perceber o que aconteceu. Os especialistas avisam que nos primeiros tempos é muito difícil uma criança gerir sempre bem o dinheiro.

O que os pais devem fazer. Ensine a definir prioridades. Existe uma grande diferença entre o que queremos e o que precisamos. Não haja por impulso aos pedidos dos filhos.

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