O duque de Edimburgo morreu no passado mês de abril, ao 99 anos de idade, mas o documento onde estão detalhados os seus últimos desejos, bem como a divisão dos seus bens, não irá ser tornado público de maneira a proteger a "dignidade" da sua mulher, a rainha Isabel II, e de outros membros da família.

A informação foi confirmada pelo juiz Sir Andrew McFarlane esta quinta-feira, 16 de setembro. O mesmo revelou que não serão revelados detalhes do documento, para além da data e do nome do seu executor, assegurando que um processo privado, como é este, poderá ser mantido em 'segredo' por um período de 90 anos após a morte.

"É necessário aumentar a proteção conferida aos aspetos verdadeiramente privados das vidas deste grupo limitado de indivíduos, a fim de manter a dignidade da Soberana e dos membros próximos da sua família", notou o juiz em questão.

Este reconheceu que, embora exista uma grande "curiosidade pública" quanto ao testamento do príncipe Filipe, não é do interesse público que os aspetos privados do documento sejam revelados.

Note-se que há quase 100 anos se mantém o costume de guardar os testamentos dos membros seniores da família real britânica. A imprensa internacional dá conta que o príncipe André é responsável por um cofre que guarda mais de 30 testamentos que pertenciam a familiares seus.

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