As distinções do Guia Michelin Espanha e Portugal 2020, que serão anunciadas em 20 de novembro numa gala em Sevilha, demonstram “a consolidação da alta cozinha” em ambos os países, lê-se num comunicado divulgado hoje pela Michelin.

Em 2018 foram estes os restaurantes galardoados com as estrelas Michelin para 2019:

25 restaurantes

32 estrelas

Duas estrelas:

Alma - Henrique Sá Pessoa (Lisboa) - Novo em 2019

Belcanto - José Avillez (Lisboa)

Ocean – Hans Neuner (Alporchinhos)

Vila Joya – Dieter Koschina (Albufeira)

The Yeatman – Ricardo Costa (Vila Nova de Gaia)

Il Gallo D´Oro – Benoit Sinthon (Funchal)

Uma estrela:

A Cozinha/António Loureiro (Guimarães) - Novo em 2019

Antiqvvm - Vítor Matos (Porto)

Bon Bon – Louis Anjos (Carvoeiro)

Casa de Chá da Boa Nova - Rui Paula (Leça da Palmeira)

Eleven – Joachim Koerper (Lisboa)

Feitoria  - João Rodrigues (Lisboa)

Fortaleza do Guincho (Cascais)

Gusto -Heinz Beck (Almancil)

G. Pousada/Óscar Gonçalves e António Gonçalves (Bragança) - Novo em 2019

Henrique Leis - Henrique Leis (Almancil)

Lab by Sergi Arola – Sergi Arola (Sintra)

L'And Vineyards – Miguel Laffan (Montemor-o-Novo)

Largo do Paço – Tiago Bonito (Amarante)

Loco – Alexandre Silva (Lisboa)

Midori/Pedro Almeida (Sintra) - Novo em 2019

Pedro Lemos – Pedro Lemos (Porto)

São Gabriel – Leonel Pereira (Almancil)

Vista - João Oliveira (Praia da Rocha)

William – Luís Pestana (Funchal)

Willie's   - Willie Wurger  (Quarteira)

“110 anos depois da primeira edição do Guia Michelin Espanha e Portugal, estamos muito satisfeitos com o panorama gastronómico” da Península Ibérica, destaca a empresa.

“Os nossos inspetores, verdadeiros apaixonados pelo seu trabalho, nas suas inúmeras visitas pela geografia de ambos os países, permitem-nos descobrir recantos culinários e experiências únicas”, relata a Michelin.

Na próxima edição do Guia Michelin, “as diferentes categorias estão muito repartidas na geografia ibérica”, com os inspetores a observarem “um dinamismo sólido” e “um aumento de propostas gastronómicas em hotéis, que entendem perfeitamente que a gastronomia de qualidade é um fator importante quando se trata de atrair viajantes”.

“Da mesma forma, verifica-se um incremento de estabelecimentos tutelados por grandes ‘chefs’ com estrela”, comenta a Michelin, que regista uma “frenética atividade gastronómica”.

“Jovens ‘chefs’, com excelente formação e experiência, iniciam os seus próprios projetos pessoais com muito talento e profissionalismo, e, juntamente com as suas equipas de sala, procuram criar uma experiência global perfeita”, acrescenta.

Há também um aumento dos estabelecimentos distinguidos como Bib Gourmand (boa relação qualidade/preço).

A edição de 2020 vai apresentar “textos mais amplos, nos quais se destacam as especialidades de cada estabelecimento”.

Na próxima gala, que assinala os 110 anos do lançamento do guia ibérico, a Michelin pretende “estender uma ponte para o passado”, realizando o evento no Teatro Lope de Vega e no Casino de la Exposición, “dois edifícios que foram construídos para a Exposição Ibero-Americana de 1929”.

O jantar da gala contará com criações de vários ‘chefs’ de restaurantes da Andaluzia distinguidos com estrelas, coordenados por Ángel Léon, do restaurante “Aponiente” (Porto de Santa Maria, três estrelas – classificação máxima).

Portugal tem atualmente seis restaurantes com duas estrelas (Alma – a novidade da edição deste ano -, Belcanto, The Yeatman, Vila Joya, Ocean e Il Gallo d’Oro) e vinte com uma estrela, três das quais conquistadas na edição de 2019 (A Cozinha, Midori e G Pousada).

Em Espanha, há 11 restaurantes com a distinção máxima (três estrelas - ‘uma cozinha única, justifica a viagem’), 25 com duas (‘uma cozinha excecional, vale a pena o desvio’) e 170 com uma (‘cozinha de grande fineza, compensa parar’).

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