Em comunicado, a ASAE adianta que durante a Operação Restauração em Zonas Turísticas instaurou 94 processos de contraordenação e oito processos-crime.

Os inspetores fiscalizaram 191 operadores económicos, tendo sido instaurados oito processo-crime, por fraude sobre mercadorias, usurpação de denominação de origem ou de indicação geográfica.

Os processos-crime foram também instaurados por exploração de jogos de fortuna ou azar fora dos locais legalmente autorizados, géneros alimentícios estragados, reprodução ou imitação de denominação de origem ou de indicação geográfica e uso ilegal de denominação de origem ou indicação geográfica.

Durante a operação, foram ainda apreendidos cerca de 130 quilos de géneros alimentícios designadamente carnes e produtos cárneos, moluscos bivalves, pescado fresco e congelado, queijo, cinco litros de azeite, três instrumentos de pesagem, 11 unidades de máquinas de jogo, um contador de bilhar (tempo) e numerário, num valor total aproximado de seis mil euros.

Na nota, a ASAE adianta ainda que a maioria dos 13 operadores económicos suspensos já deu “início à sua atividade após correção das inconformidades”.

A operação de fiscalização da ASAE foi dirigida aos estabelecimentos de restauração e bebidas localizados em zonas turísticas com elevada procura e concentração, quer de estabelecimentos, quer de veraneantes, nacionais e estrangeiros.

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