Segundo o regulador, trata-se de um “pequeno grupo” de pessoas, constituído por recetores de transplantes de órgãos ou “aqueles diagnosticados com condições que são considerados como tendo um nível equivalente”.

A FDA alterou assim as aprovações de emergência para estas duas vacinas, que ainda não estão formalmente aprovadas, embora estejam em uso desde dezembro de 2020, de modo a que esta terceira dose possa ser administrada.

“Após uma revisão exaustiva dos dados disponíveis, a FDA determinou que este pequeno e vulnerável grupo pode beneficiar de uma terceira dose das vacinas Pfizer-BioNTech ou Moderna”, disse a comissária em exercício da FDA.

Janet Woodcock citou a nova vaga da pandemia que varre os EUA e o “risco particular de doença grave” para estas pessoas, dada a reduzida capacidade de combater a infeção.

A covid-19 provocou pelo menos 4.323.957 mortes em todo o mundo, entre mais de 204,7 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência de notícias France-Presse.

Os Estados Unidos são o país com mais infetados e mortos.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.514 pessoas e foram registados 993.241 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

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