Nas últimas 24 horas, o país diagnosticou 19.768 infeções pelo novo coronavírus e 389 mortes, os números diários mais elevados na Rússia desde o início da pandemia.

Moscovo, o principal foco de contágios no país, registou 5.826 casos e 68 mortos no último dia, elevando o total de mortes na capital russa para 7.004.

Apesar do grande recrudescimento da epidemia nas últimas semanas, durante as quais o número de infeções diárias triplicou, as autoridades russas excluíram medidas drásticas para combater a progressão da doença, como o confinamento, o recolher obrigatório ou o encerramento de setores económicos.

Em Moscovo, a autarquia prorrogou até 29 de novembro o regime de teletrabalho para pelo menos 30% do pessoal das empresas e organizações, nos casos em que não afete grandemente as operações, e mantém a recomendação às pessoas com mais de 65 anos e doentes crónicos para ficarem em casa.

Além disso, as autoridades russas impuseram a utilização obrigatória de máscaras em locais públicos em todo o país.

Com 1.693.454 casos acumulados, a Rússia é o quarto país do mundo em termos de infeções, depois dos Estados Unidos, Índia e Brasil.

O país registou ainda 29.211 mortes provocadas pela doença desde o início da pandemia, sendo o 13.º país com mais vítimas mortais, de acordo com a contagem independente da Universidade Johns Hopkins.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos e mais de 46,9 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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