"Esta coleção é a mais fluída de todas as coleções, desde a escolha de materiais às silhuetas. Sinto que o momento em que comecei a desenhá-la foi uma fase de transição, de mudança, para mim e para o mundo", explica Patrícia Gouveia, fundadora da BYOU, em comunicado sobre as propostas primavera/verão 2021. "As cores são a maior simbologia desta transformação, a ausência do preto marca uma era de libertação", acrescenta sobre a coleção composta por materiais leves e naturais, como o linho, e sustentáveis, como o tencel.

Desde o início da marca que a exigência com a qualidade dos tecidos se tornou uma das maiores preocupações da designer. Não se segue uma tendência, não se corre atrás do momento. Pensa-se o presente e o futuro, criam-se coleções intemporais e que contrariam o conceito de fast-fashion: as peças são desenhadas para durar, sem um prazo de validade.

Esta coleção conta ainda com dois padrões criados pelos ilustradores portugueses Rima Studio e Bastian “que depois imprimimos em algumas peças”, avança a designer sobre esta colaboração.

As ilustrações coexistem com peças em cores de rebuçado, como o cor-de-rosa e o amarelo que pintam os fatos e os vestidos compridos. A sofisticação encontra um equilíbrio perfeito com a descontração e faz-nos sonhar com os primeiros dias de primavera e as noites quentes de verão.

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