É mais um dos muitos casos em que uma má tradução gera uma noticia inverdadeira. Afinal, ao contrário do que a imprensa nacional e internacional avançou nas últimas horas, Elton John não está "extremamente doente". Numa publicação nas redes sociais a anunciar a anulação do concerto que tinha agendado em Indianápolis, nos EUA, o cantor britânico escreveu que não estava em condições de subir ao palco por se sentir "extremely unwell".

Muitos jornalistas traduziram-na como "extremamente doente" mas, na realidade, o que o intérprete de êxitos globais como "Rocket man" e "Sacrifice" queria dizer era que se sentia "extremamente mal" por causa da morte de Gladys Furnish, mãe de David Furnish. "É com o coração pesado que vos anuncio que se sinto extremamente mal e que não poderei atuar esta noite", anunciou Elton John, que preferiu apoiar o marido no velório.

Há três dias, David Furnish anunciou a morte da progenitora nas redes sociais. "Ela faleceu em paz a meio da noite, comigo e com os meus irmãos a seu lado", informou o companheiro de Elton John, com quem vive há 25 anos. O cantor britânico, que era muito próximo de Gladys Furnish, não quis abandonar o marido naquele que é um dos dias mais difíceis da sua vida. "Tive uma vida incrível e uma carreira formidável", recorda o artista.

"Iniciei a minha carreira quando tinha 17 anos em diferentes grupos e já atuo como Elton John desde 1969. Tive imensa sorte. Mas, daqui para a frente, as minhas prioridades são os meus filhos, o meu marido e a minha família", tinha já avisado publicamente o britânico no final do ano passado. O concerto desta noite da digressão "Farewell yellow brick road" em Nashville, no Tennessee, mantém-se e ainda há bilhetes disponíveis à venda online.

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