“Está estabilizado. Há uns dias que não temos casos novos resultantes desse surto”, pelo que “parece que terão sido cortadas as cadeias de transmissão”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá.

Segundo o autarca, os casos de covid-19 com ligações a este surto são 31 utentes e nove funcionários do Lar da Quinta da Sizuda e 13 pessoas na comunidade, nomeadamente “contactos dos trabalhadores” da instituição.

Desde que foi detetado o primeiro caso no lar, no passado dia 10 de setembro, já foram realizados “cerca de 400 testes ou até mais” relacionados com este surto, notou.

Pinto de Sá e o Gabinete de Comunicação do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) indicaram à Lusa que estão duas utentes do lar internadas em enfermaria.

Os restantes utentes e duas funcionárias da instituição que não tinham condições de isolamento em casa encontram-se, desde quinta-feira à noite, numa residência para estudantes da Universidade de Évora.

Uma utente do Lar da Quinta da Sizuda infetada com covid-19 e que se encontrava internada no HESE morreu na noite de quarta-feira.

O primeiro caso de covid-19 detetado neste lar ilegal da cidade foi o de um idoso que foi transportado, no dia 10 de setembro, para o HESE, onde fez o teste à doença com resultado positivo.

De acordo com o autarca de Évora, Carlos Pinto de Sá, o lar está ilegal por se localizar numa zona da cidade cujo plano de urbanização não permite este tipo de estruturas.

Portugal contabiliza pelo menos 1.925 mortos associados à covid-19 em 69.663 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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