Desde o início da pandemia, Portugal registou 7.196 mortes associadas à COVID-19 e 431.623 casos de infeção.

Em relação a domingo, contabilizam-se mais 78 óbitos, 4.369 infetados e 1.884 recuperados. Ao todo há já 344.419 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.

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A região Norte, com 1.570 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 36% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 3.279 óbitos (+18 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (2.512 +33), Centro (1.045 +15) e Alentejo (249 +10). Pelo menos 74 (+1) mortes foram registadas no Algarve. Há 22 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 15 óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.171 doentes internados, mais 127 que ontem, e 510 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 10 do que no domingo.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 80.008 casos ativos da infeção em Portugal – mais 2.407 que ontem - e 94.749 pessoas em vigilância pelas autoridades – mais 355.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 216.601 (+1.570), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (139.957 +1.437), da região Centro (50.891 +644), do Alentejo (12.066 +383) e do Algarve (8.336 +188). Nos Açores existem 2.018 (+89) casos confirmados e na Madeira existem 1.754 (+58).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 4.862 mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.466), entre 60 e 69 anos (591), entre 50 e 59 anos (192), 40 e 49 anos (62) e entre 30 e 39 anos (14).

Há ainda seis mortes registadas entre os 20 e os 29 anos, duas entre os 10 e os 19 anos e uma entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 3.748 são do sexo masculino e 3.448 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 71.626 casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 65.978, e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 64.448.

Desde o início da pandemia, houve 194.074 homens infetados e 237.397 mulheres, sendo que se desconhece o género de 152.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje créditos: SAPO

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 1.843.631 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse. Mais de 85.051.970 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.

Até hoje, pelo menos 54.313.600 pessoas foram consideradas curadas de covid-19, acrescenta a agência francesa, sublinhando que os números oficiais refletem apenas parte do número real de contaminações no mundo. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de capacidades limitadas de testagem.

No domingo, registaram-se 8.007 mortes e 579.556 novas infeções, segundo os números coligidos e divulgados pela agência. Os países que registaram mais mortes nesse dia foram os Estados Unidos (1.532), Rússia (482) e Reino Unido (454).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 351.590 mortes e 20.639.854 casos, segundo os dados da universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 196.018 mortos e 7.733.746 casos, a Índia com 149.649 mortos (10.340.469 casos), o México com 127.213 mortos (1.448.755 casos) e a Itália com 75.332 mortos (2.155.446 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que regista o maior número de mortes em relação à sua população, com 170 mortes por 100.000 habitantes, seguida da Eslovénia (135), Bósnia (126), Itália (125) e Macedónia do Norte (121).

Os casos por continente

Em termos de regiões do mundo, a Europa totalizou 584.364 mortes para 27.139.667 casos, América Latina e Caribe 511.894 mortes (15.745.107 casos), Estados Unidos e Canadá 367.450 mortes (21.241.168 casos), Ásia 221.176 mortes (14.019.838 casos), Médio Oriente 90.551 mortes (4.042.678 casos), África 67.251 mortes (2.832.338 casos) e Oceânia 945 mortes (31.181 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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