“Segundo os dados, recolhidos a` data 03 de outubro, através da Plataforma Nacional de Registos e Gestão de Vacinas (VACINAS) 82% da população residente tem ja´ a vacinação completa e 83% a vacinação iniciada”, lê-se no boletim sobre a inoculação contra a covid-19 neste arquipélago.

O documento divulgado pelo gabinete do secretário regional da Saúde e Proteção Civil salienta que a Madeira “aguarda a validação dos registos das vacinas realizadas a utentes recuperados de covid-19 (5.762)”.

As autoridades de saúde madeirense consideram que “esta validação por parte dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde e´ determinante para atribuir a real taxa de vacinação completa registada na região ate´ a` data”.

Na informação, o Governo Regional indica que, até ao passado domingo, foram administradas mais de 383 mil vacinas na região.

Também reafirma que as pessoas vacinadas integram os grupos prioritários definidos no Plano Regional de Vacinação contra a covid-19 na Madeira, de acordo com alocação das vacinas a` região.

O presidente do executivo insular, Miguel Albuquerque, já admitiu que a região não atingiu os 85% de vacinados, a imunidade de grupo, como estava perspetivado, devido, sobretudo, às pessoas que “por receio” recusam a sua administração.

Em 02 de setembro, o presidente do Governo da Madeira criticou as “indecisões” e os “ziguezagues” da Direção-Geral da Saúde (DGS) na tomada de decisões relativamente ao processo de administração das vacinas contra a covid-19.

Miguel Albuquerque adiantou que a Madeira estava já “a preparar a célebre terceira” dose da vacina contra a covid-19, acrescentando que seria administrada “prioritariamente àqueles que são os grupos de risco e quem está na linha da frente”, como o pessoal da saúde, Proteção Civil, bombeiros ou agentes de segurança, “independentemente da idade”.

As “evidências”, realçou, indicam que, “a partir dos seis meses da segunda inoculação, diminui o processo de proteção” e a imunidade contra a doença.

No passado dia 30, o chefe do executivo madeirense reforçou que as autoridades de saúde da Madeira estavam a aguardar a autorização do organismo europeu para “iniciar a vacinação de cerca de 80 mil pessoas de grupos de risco” com a terceira dose, o que inclui idosos, pessoas com patologias associadas, pessoal da Proteção Civil, da saúde e ligados aos serviços sociais”.

Em 04 de outubro, a decisão do Comité dos Medicamentos para usos humanos da Agência Europeia do Medicamento (EMA) avançou que uma dose extra desta vacina podia ser administrada a pessoas com o sistema imunológico enfraquecido ou transplantados, pelo menos 28 dias após a segunda dose.

As autoridades da Madeira ainda não anunciaram quando vão começar a administrar a terceira dose da vacina contra a covid-19 na região.

Os últimos dados divulgados pela Direção Regional da Saúde indicam que a Madeira sinalizou na terça-feira dez novos casos de covid-19 e nove recuperações, sendo que o número de infeções ativas no arquipélago era de 120, com sete doentes hospitalizados.

A covid-19 provocou pelo menos 4.813.581 mortes em todo o mundo, entre mais de 235,76 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.008 pessoas e foram contabilizados 1.072.537 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

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