Numa nota publicada na sua página na Internet, a Procuradoria da República da Comarca de Castelo Branco referiu que, segundo a acusação deduzida em janeiro, “tais crimes tiveram lugar em ambiente hospitalar, no Centro Hospitalar Cova da Beira, na Covilhã, onde o arguido, médico ortopedista, exercia funções”.

De acordo com a informação disponibilizada no sítio na Internet da Procuradoria, os factos ocorreram entre janeiro e outubro de 2020.

“O arguido encontra-se sujeito às medidas de coação de suspensão do exercício da profissão de médico e de proibição de contactar, por qualquer meio, direta ou indiretamente, com as vítimas identificadas no processo”, lê-se na nota.

O inquérito foi dirigido pelo Departamento de Instrução e Ação penal de Castelo Branco, com a coadjuvação do Departamento de Investigação Criminal da Polícia Judiciária da Guarda.

O início do julgamento está marcado para o dia 21 de junho.

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