Os casos locais foram todos diagnosticados na região autónoma da Mongólia Interior, no norte da China.

Os restantes 18 casos foram diagnosticados em viajantes provenientes do estrangeiro, no município de Tianjin (nordeste) e nas províncias de Yunnan (sul), Guangdong (sudeste), Shandong (leste), Guangxi (sul) e Fujian (sudeste).

A Comissão de Saúde da China adiantou que o número total de casos ativos é de 790, entre os quais sete graves. Desde o início da pandemia, o país registou 98.711 casos da doença e 4.636 mortos.

A COVID-19 provocou pelo menos 5.197.718 mortos mortes em todo o mundo, entre mais de 260,81 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.430 pessoas e foram contabilizados 1.144.342 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, foi recentemente detetada na África do Sul e, segundo a Organização Mundial da Saúde, o “elevado número de mutações” pode implicar uma maior infecciosidade.

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