Num despacho publicado no Boletim Oficial da região administrativa especial chinesa, o Chefe do Executivo, Ho Iat Seng, confirma que o encerramento tem como objetivo “evitar a transmissão da pneumonia causada pelo novo tipo de coronavírus”.

O despacho, que entra em vigor na segunda-feira, abre exceções para os funcionários públicos “que prestam serviços urgentes e indispensáveis ao público”, nomeadamente por “motivo de apoio à prevenção da epidemia ou outro motivo de interesse público”.

Desde 19 de junho que Macau está em estado de prevenção imediata, tendo as autoridades antecipado o final ano letivo e suspendido, total ou parcialmente, serviços públicos.

Mais tarde, o Governo declarou ainda a suspensão da atividade de todos os espaços de diversão e dos restaurantes, permitindo apenas o serviço de ‘takeaway’, a atividade dos museus e dos equipamentos sociais que prestam serviços diurnos (creches, centros de cuidados especiais e centros comunitários) e as visitas a lares de idosos.

As autoridades sanitárias da cidade detetaram, no espaço de uma semana, 190 casos locais de covid-19.

Até ao início do atual surto, Macau tinha detetado 83 casos de covid-19 confirmados e 191 assintomáticos, a esmagadora maioria dos quais importados. O território não registou até ao momento qualquer morte ligada ao novo coronavírus.

O segundo teste à população terminou às 23:59 de sexta-feira (16:59 de sexta-feira em Lisboa) e tal como no primeiro, no início da semana, mais de 667 mil pessoas foram testadas.

Entretanto, as autoridades pediram à população para realizar dois testes de antigénio, em casa, no sábado e hoje. À população foram entregues até à data cinco ‘kits’ de testes rápidos e os resultados destes testes são descarregados numa plataforma ‘online’.

Na sexta-feira, o Governo de Macau admitiu a possibilidade de uma terceira ronda de testes à população.

As autoridades encerraram também edifícios de habitação, onde foram detetados casos, não sendo permitida a saída dos residentes. A par destas zonas vermelhas, foram criadas zonas amarelas em prédios adjacentes, com medidas de controlo menos restritivas.

À semelhança do interior da China, a região segue uma política de “zero casos”, em que os assintomáticos não entram para as contas oficiais do Governo, apesar de serem igualmente obrigados a cumprir as medidas de isolamento.

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