Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.999 mortes associadas à COVID-19 e 840.929 casos de infeção. Em relação a quarta-feira, contabilizam-se mais 436 infetados e um óbito.

Hoje registaram-se também 340 casos de recuperação. Ao todo há já 801.961 doentes recuperados da doença em território nacional.

A região Norte, com 167 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 38,3% do total de diagnósticos.

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O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.204 (+1), seguida do Norte com 5.347 óbitos (=), Centro (3.016, =) e Alentejo (971, =). Pelo menos 362 (=) mortos foram registadas no Algarve.

Há 31 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 68 óbitos (=) associados à doença.

Menos internamentos

Em todo o território nacional, há 244 doentes internados, menos quatro do que ontem, e 70 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos um do que quarta-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 21.969 casos ativos da infeção em Portugal — mais 95 que ontem — e 19.111 pessoas em vigilância pelas autoridades — menos 507 que no dia anterior.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 337.877 (+167), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (317.648, +128), da região Centro (119.171, +47), do Alentejo (29.923, +19) e do Algarve (21.940, +31).

Nos Açores existem 4.981 casos contabilizados (+29) e na Madeira 9.389 (+15).

O que nos diz a matriz de risco?

Portugal apresenta uma incidência de 51,0 casos de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 por cada 100.000 habitantes e um índice médio de transmissibilidade R(t) nacional de 0,93.

No território continental, o R(t) fixou-se nos 0,92. A DGS atualiza estes dados à segundas, quartas e sexta-feiras.

Matriz de risco da DGS
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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 11.179 (=) registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.622, +1), entre 60 e 69 anos (1.526, =), entre 50 e 59 anos (462, =), 40 e 49 anos (153, =) e entre 30 e 39 anos (41, =).

Há ainda 12 mortes registadas entre os 20 e os 29 anos (=), duas entre os 10 e os 19 anos (=) e duas entre os 0 e os 9 anos (=).

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 8.928 são do sexo masculino e 8.071 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 139.653 casos (+83), seguida da faixa etária entre os 50 e os 59 anos, com 124.593 casos (+63), e da faixa etária dos 30 aos 39 anos, com 120.898 (+50). Logo depois surge a faixa etária dos 20 aos 29 anos, com 120.333 infeções (+91).

Desde o início da pandemia, houve 381.762 homens infetados e 458.826 mulheres, sendo que se desconhece o género de 341 pessoas.

A COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo vírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • Caso apresente sintomas de doença respiratória, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial da AFP

A pandemia de SARS CoV-2 fez pelo menos 3.333.603 mortos em todo mundo desde que foi detetada na República Popular da China, em finais de 2019, segundo o balanço da AFP com base em dados oficiais. Mais de 160.364.910 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia.

Na quarta-feira registaram-se mais 13.903 mortes por COVID-19 e foram detetados 746.250 novos casos, em todo o mundo. Os países que lamentam o maior número de mortos pela doença, nos últimos balanços, são a Índia, com mais 4.120 mortos, o Brasil (2.494) e os Estados Unidos (855).

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto pelo número de óbitos como pelo número de casos, com 583.685 mortos e 32.814.946 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins. A seguir aos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 428.034 mortos e 15.359.397 casos, a Índia, com 258.317 mortos (23.703.655 casos), o México, com 219.590 mortos (2.371.483 casos) e o Reino Unido, com 127.640 óbitos (4.441.975 casos).

Entre os países mais duramente afetados, a Hungria é o que contabiliza maior número de mortos, tendo em conta a população, com 299 óbitos por cada 100 mil habitantes, seguido da República Checa (279), Bósnia (273), Macedónia do Norte (247) e o Montenegro (246).

Até hoje, a Europa totalizava 1.101.783 mortes e 51.915.478 casos, a América Latina e Caraíbas 966.303 óbitos (30.308.622 casos), os Estados Unidos e Canadá 608.441 mortos (34.117.546 casos), a Ásia 394.321 mortos (31.148.830 casos), o Médio Oriente 136.348 mortes (8.168.271 casos), a África 125.338 casos) e a Oceânia 1.069 óbitos (45.425 casos).

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