Segundo números divulgados hoje pelo Ministério da Saúde de Espanha, os casos dos últimos três dias elevam para 4.342.054 o número total de infetados no país desde o início da pandemia, havendo agora um total de 81.268 óbitos causados pela doença.

A incidência acumulada passou dos 678 casos (sexta-feira) para 700 (hoje) diagnosticados por cada 100.000 habitantes nas últimas duas semanas.

O nível relativo de contágios teve, assim, uma subida de 22 unidades quando no fim de semana anterior tinha aumentado em 62 casos, o que parece indicar que a velocidade de crescimento das infeções está a desacelerar.

As comunidades autónomas espanholas com os níveis mais elevados de transmissão da doença são a Catalunha (1.145), Navarra (1.002)v, Baleares (836), Aragão (830), Castela e Leão (825), País Basco (716), Cantábria (699) e Madrid (693).

A faixa etária entre os 20 a 29 anos continua a ser a que tem a incidência acumulada mais elevada, 1.876 pessoas infetadas por cada 100.000 habitantes, nos últimos 14 dias (1.884 na sexta-feira).

O segundo grupo mais atingido é o dos jovens de idades entre 12 e 19 anos, faixa em que se registam 1.639 casos por cada 100.000 pessoas nos últimos 14 dias (1.624).

A pressão hospitalar continua a aumentar: nas últimas 24 horas, deram entrada nos hospitais de todo o país 1.306 pessoas com a doença (1335), havendo 9.384 pessoas hospitalizadas (7.955), o que corresponde a 7,85% das camas, sendo que 1.490 pacientes estão em unidades de cuidados intensivos (1.292), ocupando 16,16% das camas desses serviços.

A variante delta da covid-19 continua a espalhar-se por toda a Espanha, representando em 11 de julho último 68% dos novos casos, embora não o faça ao mesmo ritmo em todas as regiões, pois em Valência, Madrid e nas Ilhas Baleares ultrapassa os 80 por cento, enquanto em Castela e Leão é apenas 6,5 por cento.

Estes dados foram publicados hoje na atualização da situação epidemiológica das variantes da SARS-CoV-2 de maior impacto e interesse para a saúde pública em Espanha elaborada pelo Centro de Coordenação de Alertas e Emergências Sanitárias do Ministério da Saúde.

A pedido da maioria das comunidades autónomas, o exército espanhol voltou a reativar o trabalho de rastreio de possíveis casos de covid-19, colocando 1.172 militares em toda a Espanha a realizar essa tarefa, devido ao crescimento da pandemia, principalmente entre os jovens.

A Ministra da Defesa, Margarita Robles, avançou esta informação durante uma visita à Secção de Vigilância Epidemiológica na base aérea de Torrejón de Ardoz, nos arredores de Madrid.

A missão conhecida por Baluarte, que começou em 30 de setembro de 2020, para fazer o rastreio de casos positivos e contactos estreitos, fez até agora quase 4,8 milhões de contactos telefónicos em toda a Espanha.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 4.163.235 mortos em todo o mundo, entre mais de 194,1 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil e Peru.

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