Numa carta aberta publicada pela agência pública de notícias TASS, 11 médicos proeminentes dirigiram-se a personalidades públicas russas, que expressaram, recentemente, opiniões contrárias à vacinação para os seus milhares de seguidores nas redes sociais.

"No momento, estamos todos um pouco ocupados e pode adivinhar o porquê", diz esta carta assinada, em particular, por Denis Protsenko, médico-chefe do principal hospital de Moscovo que trata pacientes com coronavírus.

"Mas, já que muitas pessoas o leem e escutam, vamos encontrar tempo para organizar a sua visita às 'zonas vermelhas', às unidades de cuidados intensivos e ao departamento de patologia", sugerem os médicos.

"Talvez, depois disso, mude de opinião, e menos pessoas morram", acrescentam.

Há semanas, a Rússia tem registado mais de mil mortes por COVID-19 todos os dias, com uma taxa de vacinação muito baixa da população, que continua muito desconfiada em relação à imunização.

Apesar dos múltiplos apelos do presidente Vladimir Putin e da disponibilidade de várias vacinas de fabricação nacional, apenas 37,2% dos russos estão imunizados até ao momento, segundo o site especializado Gogov.

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