A maior parte do ódio contra Harry e Meghan Markle que surge na rede social Twitter pode fazer parte de uma campanha pensada de ódio contra o casal.

De acordo com um relatório publicado pelo Bot Sentinel, serviço de análise do Twitter, cerca de 70 por cento dos comentários negativos sobre o príncipe a esposa têm origem num reduzido número de contas, nomeadamente cerca de 83 contas. Os dados indicam por isso que existe um assédio direcionado contra os duques de Sussex, particularmente contra Meghan Markle.

O CEO do Bot Sentinel, Christopher Bouzy, disse ao BuzzFeed News que a campanha anti-Meghan não se assemelha a nada que a sua equipa já tenha visto antes. A razão para tal prende-se com o facto de não existir um motivo aparente para esta campanha.

Por exemplo, no caso do #StopTheSteal o objetivo era anular os resultados das Eleições Presidenciais dos EUA em 2020. Já no caso de Meghan, podem ser "pessoas que a odeiam, racismo? Uma tentativo de prejudicar a credibilidade [de Harry e Meghan]?", questiona Christopher, ainda sem respostas.

Sabe-se, no entanto, que as contas de onde surgem estes comentários negativos pertencem a pessoas reais. Pessoas que sabem como manipular os algoritmos da plataforma e que evitam ser banidos por violar o regulamento do Twitter, recorrendo, por exemplo, à combinação de comentários negativos sobre Harry e Meghan com comentários positivos sobre William e Kate.

"Este nível de complexidade vem de pessoas que sabem fazer estas coisas, que são pagas para fazer estas coisas", alerta o CEO do Bot Sentinel.

Importa referir que, segundo o BuzzFeed News, o Twitter já suspendeu quatro das contas mencionadas no relatório.

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