Portugal registou 7.286 mortes associadas à COVID-19 e 436.579 casos de infeção desde o início da pandemia.

Em relação a segunda-feira, contabilizam-se mais 90 óbitos, 4.956 infetados e 4.691 recuperados. Ao todo há já 349.110 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.

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A região Norte, com 1.945 novos casos, é a área do país com mais novas notificações, com 39,2% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas em Portugal.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 3.312 óbitos (+33 do que ontem), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (2.536 +24), Centro (1.062 +17) e Alentejo (263 +14). Pelo menos 75 (+1) mortes foram registadas no Algarve. Há 22 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 16 óbitos (+1) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 3.260 doentes internados, mais 89 que ontem, e 512 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais dois do que na segunda-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 80.183 casos ativos da infeção em Portugal – mais 175 que ontem - e 96.577 pessoas em vigilância pelas autoridades – mais 1.828.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 218.546 (+1.945), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (141.509 +1.552), da região Centro (51.736 +845), do Alentejo (12.376 +310) e do Algarve (8.529 +193). Nos Açores existem 2.057 (+39) casos confirmados e na Madeira existem 1.826 (+72).

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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 4.921 (+59) mortes registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (1.478 +12), entre 60 e 69 anos (605 +14), entre 50 e 59 anos (196 +4), 40 e 49 anos (62 +4) e entre 30 e 39 anos (15 +1).

Há ainda seis mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e uma (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 3.793 são do sexo masculino e 3.493 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 72.503 (+877) casos, seguida da faixa etária entre os 20 e os 29 anos, com 66.707 (+729), e da faixa etária dos 30 e os 39 anos, com 65.205 (+757).

Desde o início da pandemia, houve 196.260 homens infetados e 240.164 mulheres, sendo que se desconhece o género de 155.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje

A COVID-19, causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China

Recomendações da DGS

A DGS acompanha a situação da expansão do novo coronavírus e recomenda:

  • Em Portugal, caso apresente sintomas de doença respiratória e tenha viajado de uma área afetada pelo novo coronavírus, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Evitar o consumo de produtos de animais crus, sobretudo carne e ovos;
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço mundial

A COVID-19 já matou pelo menos 1.854.305 pessoas no mundo desde o início da pandemia em dezembro de 2019, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP de fontes oficiais às 11:00. Mais de 85.630.080 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 53.615.900 pessoas já foram consideradas curadas.

Os números baseiam-se nos levantamentos comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país e não têm em consideração as revisões efetuadas posteriormente por organismos de estatística, como na Rússia, Espanha e Reino Unido.

Na segunda-feira, 8.890 mortes e 531.524 novos casos foram registados em todo o mundo. Os países que registaram nesse dia o maior número de mortes segundo os levantamentos mais recentes são os Estados Unidos com 1.679 novas mortes, Alemanha (944) e México (544).

Os países mais afetados

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 353.628 mortes em 20.823.856 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 196.561 mortes e 7.753.752 casos, a Índia com 149.850 óbitos (10.356.844 casos), o México com 127.757 mortes (1.455.219 casos) e a Itália com 75.680 óbitos (2.166.244 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 170 mortes por cada 100.000 habitantes, seguida pela Eslovénia (139), Bósnia (126), Itália (125), Macedónia do Norte (122).

A Europa totalizava até hoje, às 11:00, 589.554 mortes e 27.373.087 casos de contágio, a América Latina e as Caraibas 513.573 óbitos (15.806.125 casos), os Estados Unidos e Canadá 369.554 mortes (21.431.350 casos), a Ásia 221.882 óbitos (14.060.034 casos), o Médio Oriente 90.871 mortes (4.074.045 casos), a África 67.926 óbitos (2.854.243 casos) e a Oceania 945 mortes (31.202 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou drasticamente e as técnicas de rastreamento e despistagem melhoraram, levando a um aumento no número dos contágios declarados. O número de casos diagnosticados, entretanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos ainda não detetados.

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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