Ângelo Rodrigues foi substituído por Daniel Cerca Santos na peça "A ratoeira", atualmente em cena no Teatro Armando Cortez. A cirurgia de reconstrução estética a que o ator e cantor portuense de 33 anos se submeteu na perna esquerda em meados de abril, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, não correu como o previsto e acabou por gerar uma infeção pós-operatória, avança a edição desta semana da revista TV Guia. Contactado pela publicação, o artista recusou-se a comentar a situação.

Afastado das redes sociais desde o fim de abril, Ângelo Rodrigues continua a sofrer na pele as consequências do alegado uso de substâncias anabolizantes que, no final de agosto de 2019, o deixou às portas da morte. No espaço de um ano, foi operado oito vezes. "A perna esquerda esteve em vias de ser amputada", confirmou fonte próxima do artista, que exiibiu o calvário por que passou num documentário que fez para a SIC, exibido em setembro, em declarações ao Modern Life/SAPO Lifestyle.

A recuperar da infeção pós-operatória, o ator vê-se também impedido de fazer uma das coisas de que mais gosta na vida, calcorrear mundo. "O empenho está em viajar seis meses, duas vezes por ano", desabafou numa publicação que fez nas redes sociais no início de abril. Há cinco anos, em 2016, visitou o Brasil na companhia do amigo Paulo Vintém, ator, músico e realizador. O resultado foi o documentário "Não há espelhos na Amazónia", disponível na Opto, a nova plataforma de streaming da SIC.

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