Além da passagem de Felipa Garnel pela TVI, e de muitos outros temas abordados em conversa com Manuel Luísa Goucha, o casal recordou o momento em que ficou infetado com Covid-19.

Felipa Garnel e o marido, Nuno Lobo Antunes, estiveram recentemente à conversa com o apresentador, entrevista que foi transmitida esta quinta-feira, 17 de junho.

O medo é um sintoma de que as pessoas falam pouco porque têm vergonha ou por outra coisa qualquer. Isto de não saber como é que é o dia seguinte e ver na televisão as ambulância a acumularem-se em fila…”, começou por dizer Nuno Lobo Antunes, recordando uma das fases mais difíceis da pandemia em Portugal.

“Mas também ficamos infetados na pior altura”, acrescentou Felipa Garnel. “Tive medo”, confessou Nuno Lobo Antunes.

Eu tive um medo absurdo porque o meu oxigénio baixava sem eu dar por isso. Tive aquele sintoma muito típico da Covid e que leva muitas vezes ao internamento. E tinha medo de adormecer porque achava que enquanto estivesse acordada ia medindo o oxigénio e ia controlando. Mas se adormecesse e aquilo baixasse, podia morrer. Então tinha medo de dormir”, partilhou Felipa.

“Eu fiquei infetada 14 dias depois do Nuno”, acrescentou, recordando que nessa altura o marido ainda estava com “rescaldos”.

“Já tinha saído da fase pior", lembrou Nuno Lobo Antunes, contando de seguida que recebeu uma mensagem especial da mulher nessa altura.

Tive noção do medo dela muito claramente porque às 2h da manhã recebo uma mensagem – estávamos a dormir no quarto ao lado, mas em camas separadas – que foi uma declaração de amor em que dizia a importância que eu tinha tido na vida dela. Uma espécie de testamento”, revelou.

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