Numa nova versão das suas diretrizes de exercícios físicos, a Organização Mundial da Saúde observou que os exercícios são essenciais para o corpo e a mente, enquanto um estilo de vida sedentário pode ter consequências graves.

Acrescentou ainda que cerca de cinco milhões de mortes poderiam ser evitadas por ano se a população fosse mais ativa.

"Ser fisicamente ativo é vital para a saúde e o bem-estar, pode dar anos à vida e vida aos anos", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em comunicado.

Atividade física frequente é a chave para prevenir e tratar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e cancro.

Também reduz os sintomas da depressão e a ansiedade, o declínio cognitivo, e melhora a memória e a saúde geral do cérebro.

Para alcançar esses benefícios, a OMS recomenda que os adultos façam entre duas horas e meia e cinco horas semanais de exercícios aeróbicos moderados, enquanto a média para crianças e adolescentes deve ser de pelo menos uma hora por dia.

A OMS ressaltou que uma vida ativa traz benefícios para qualquer pessoa, para além das suas capacidades físicas. "Cada passo conta", afirmou Ghebreyesus.

O diretor-geral da OMS alertou, no entanto, para o impacto negativo que a pandemia de COVID-19 está a ter sobre a prática regular de exercícios físicos. Mesmo que não haja estatísticas, está claro que as medidas de confinamento obrigaram muitos a interromper as suas atividades físicas.

"E se não permanecermos ativos, corremos o risco de criar outra pandemia", assevera.

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