Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.937 mortes associadas à COVID-19 e 829.911 casos de infeção. Em relação a quinta-feira, contabilizam-se mais quatro óbitos e 553 infetados.

Hoje registaram-se também 596 casos de recuperação. Ao todo há já 787.607 doentes recuperados da doença em território nacional.

A região Norte, com 228 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 41,2% do total de diagnósticos.

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relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.180 (+1), seguida do Norte com 5.330 óbitos (+2), Centro (3.005, +1) e Alentejo (970, = ). Pelo menos 355 (=) mortos foram registadas no Algarve.

Há 29 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 68 óbitos (=) associados à doença

Internamentos registam ligeira subida

Em todo o território nacional, há 429 doentes internados, mais seis que ontem, e 101 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos oito do que na quinta-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 25.367 casos ativos da infeção em Portugal — menos 47 que ontem — e 19.940 pessoas em vigilância pelas autoridades — mais 894 que no dia anterior.

Imagem do boletim da DGS
Imagem do boletim da DGS

A região Norte é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 333.284 (+228), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (314.370, +182), da região Centro (118.027, +32), do Alentejo (29.511, +25) e do Algarve (21.301, +23). Nos Açores existem 4.474 casos (+38) e na Madeira 8.944 casos (+25).

Vila Franca do Campo, Nordeste, Odemira, Machico e Barrancos são os concelhos com maior incidência acumulada nos últimos 14 dias em Portugal.

O que nos diz a matriz de risco?

Portugal apresenta uma incidência de 71,6 casos de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 por cada 100.000 habitantes - uma descida face aos 72,4 de quarta-feira - e um índice médio de transmissibilidade R(t) nacional de 1,05 (menos do que os 1,06 de há dois dias).

No território continental, o R(t) fixou-se nos 1,04.

Matriz de risco da DGS
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Faixas etárias mais atingidas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 11.152 (+1) registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.600, +2), entre 60 e 69 anos (1.514, +1), entre 50 e 59 anos (461, =), 40 e 49 anos (153, =) e entre 30 e 39 anos (41, =).

Há ainda 12 mortes registadas entre os 20 e os 29 anos (=), duas entre os 10 e os 19 anos (=) e duas entre os 0 e os 9 anos (=).

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 8.901 são do sexo masculino e 8.036 do feminino.

A faixa etária entre os 40 e os 49 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 137.933 casos (+74), seguida da faixa etária entre os 50 e os 59 anos, com 123.152 casos (+76), e da faixa etária dos 30 aos 39 anos, com 119.225 (+106). Logo depois surge a faixa etária dos 20 aos 29 anos, com 118.584 infeções (+63).

Desde o início da pandemia, houve 376.347 homens infetados e 453.267 mulheres, sendo que se desconhece o género de 297 pessoas.

Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje
Quadro resumo dos dados epidemiológicos de hoje

A COVID-19, causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, é uma infeção respiratória aguda que pode desencadear uma pneumonia.

A doença é transmitida por um novo vírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS)

  • Caso apresente sintomas de doença respiratória, as autoridades aconselham a que contacte a Saúde 24 (808 24 24 24). Caso se dirija a uma unidade de saúde deve informar de imediato o segurança ou o administrativo.
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que sofram de infeções respiratórias agudas; evitar o contacto próximo com quem tem febre ou tosse;
  • Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contacto direto com pessoas doentes, com detergente, sabão ou soluções à base de álcool;
  • Lavar as mãos sempre que se assoar, espirrar ou tossir;
  • Evitar o contacto direito com animais vivos em mercados de áreas afetadas por surtos;
  • Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos; deitar o lenço de papel no lixo);
  • Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país onde se encontra.

Último balanço da AFP

A pandemia do novo coronavírus matou até hoje pelo menos 2.987.891 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um levantamento realizado pela agência de notícias AFP a partir de fontes oficiais. Mais de 139.008.120 casos de novas infeções foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Na quinta-feira, 13.646 novas mortes e 809.849 novos casos foram registados em todo o mundo. Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus últimos relatórios são o Brasil com 3.560 novas mortes, Índia (1.185) e Estados Unidos (974).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 565.289 mortes para 31.495.652 casos, de acordo com o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Em seguida, vêm o Brasil com 365.444 mortes e 13.746.681 casos, o México com 211.213 óbitos (2.295.435 casos), a Índia com 174.308 mortes (14.291.917 casos) e o Reino Unido com 127.191 óbitos (4.380.976 casos).

Entre os países mais atingidos, a República Checa apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 264 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Hungria (254), Bósnia-Herzegovina (235), Montenegro (225) e Bulgária (214).

A Europa totalizou hoje, às 10:00 TMG (11:00 em Lisboa), 1.016.003 mortes em 47.440.536 casos, a América Latina e Caribe 852.118 óbitos (26.812.010 casos), os Estados Unidos e Canadá 588.779 mortes (32.589.214 casos), a Ásia 292.169 óbitos (20.566.289 casos), o Médio Oriente 120.787 mortes (7.161.469 casos), a África 117.015 óbitos (4.397.613 casos) e a Oceania 1.020 mortes (40.992 casos).

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