No total, o hospital terá um total de 274 camas de enfermaria, 197 para doentes covid-19 (72%) e 20 camas de cuidados intensivos, das quais, 15 são para infetados com o novo coronavírus (75%), lê-se num comunicado do MDN.

Atualmente, estão internados 124 doentes com covid-19 internados nos dois polos do hospital das Forças Armadas (Lisboa e Porto), 101 dos quais provenientes do Serviço Nacional de Saúde (SNS.

Desde o início da pandemia em março de 2020, o Hospital das Forças Armadas já tratou 652 doentes covid-19, com origem no SNS, de acordo com a informação do ministério.

Para duplicar a capacidade, com mais 140 camas, o hospital teve de adaptar vários espaços, inclusivamente refeitórios e salas destinadas a consultas externas, segundo o comunicado.

Já o Centro de Apoio Militar covid-19, em Lisboa, voltou a aumentar a sua capacidade de internamento, passando de 60 para 72 camas, a par de um reforço de profissionais de saúde pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

Desde o período mais crítico da pandemia, em março e abril de 2020, as Forças Armadas têm participado no esforço para conter a doença através da desinfeção de instalações, como lares e escolas, produziu álcool gel e disponibilizou o hospital militar, além de instalações para pessoas fazerem a quarentena, por exemplo.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.058.226 mortos resultantes de mais de 96,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, que está de novo em confinamento geral, morreram 9.465 pessoas dos 581.605 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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