“Faremos uma concentração junto à residência do primeiro-ministro para exigir a contagem de pontos para efeitos de progressão aos enfermeiros. Foi uma promessa no Orçamento do Estado chumbado, reiterada no programa eleitoral”, referiu José Carlos Martins que falava aos jornalistas junto de cerca de duas dezenas de enfermeiros.

O SEP conta ter os mais de 10.000 postais recolhidos no prazo de uma semana, pelo que vai marcar nova concentração no dia 16 de março.

“Estamos a exigir que o Governo concretize medidas para contar os pontos dos colegas que estão em contrato individual de trabalho e colegas que transitaram de carreira, isto é que lhes conte o tempo de serviço para efeitos de progressão da carreira”, explicou o dirigente sindical.

Sem concretizar números, José Carlos Martins apontou que “existem colegas [enfermeiros] com mais de 20 anos de serviço que ganham a mesmíssima coisa que jovens profissionais que entram hoje ao serviço”.

“Costa: basta de promessas. É preciso fazer!”, “Descongelamento das progressões para todos os enfermeiros”, “A experiência profissional tem de ser valorizada”, “Progressão não pode ser uma ilusão!” ou “Sem progressão não há dignificação” eram algumas das frases que constavam das faixas e cartazes hoje expostos pelo SEP em frente ao Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP).

Entre os enfermeiros em protesto estavam profissionais de vários hospitais e centros de saúde do Grande Porto e região Norte.

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