Desde segunda-feira, há mais 464.769 infetados em França com a covid-19, anunciaram esta noite as autoridades sanitárias, enquanto que 26.526 pessoas estão internadas nos hospitais devido à doença e 3.881 destes pacientes apresentam casos graves, permanecendo em unidades de cuidados intensivos.

Nas últimas 24 horas, morreram 375 pessoas em França devido à covid-19.

Mesmo com este recorde, os hospitais França, nomeadamente as unidades de cuidados intensivos, apresentam números mais baixos do que na semana passada, um dos primeiros indicadores do fim do pico desta vaga impulsionada pela variante Ómicron.

Devido ao aumento exponencial do aumento do número de casos no país desde dezembro, o primeiro-ministro Jean Castex veio apresentar ajudas adicionais para as empresas francesas, nomeadamente hotelaria e restauração, com o Estado a comparticipar os salários dos funcionários das empresas que nos últimos meses perderam mais de 30% do negócio face ao mesmo período do ano passado.

Outra notícia que tem estado a agitar o país prende-se com a descoberta de que o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, terá feito o anúncio do novo protocolo sanitário para as escolas francesas, no início de janeiro, enquanto estava de férias em Ibiza, dando a entender que estaria em França.

O ministro admite que “talvez tenha cometido um erro” ao viajar durante quatro dias, mas alega ter trabalhado nesse período.

Este foi um protocolo que os sindicatos de professores dizem ter conhecido através dos meios de comunicação social e com difícil aplicação prática nas escolas.

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