O primeiro-ministro, Siaosi Sovaleni, anunciou um confinamento “rigoroso” para os mais de 105 mil habitantes da nação insular, que ainda está a recuperar do desastre natural, que afetou mais de 85% de sua população.

O segundo confinamento, que começa no domingo, e irá prolongar-se durante pelo menos uma semana, será acompanhado de um recolher noturno obrigatório, avançou a Radio New Zealand.

Com exceção dos trabalhadores sanitários, os habitantes só poderão sair de casa para ir a consultas médicas ou trabalhar na agricultura durante o dia, enquanto as lojas, incluindo postos de gasolina, devem fechar.

A medida surge após Tonga ter registado hoje 273 novas infeções e duas mortes, elevando para quatro o número total de óbitos.

A nação acumulou mais de 2.500 infeções, 1.800 dos quais são casos ativos, incluindo o primeiro-ministro e membros do seu gabinete, tendo já administrado duas doses da vacina a 90% da população-alvo.

Em 15 de janeiro, uma violenta erupção de um vulcão submarino em Tonga causou um tsunami, com ondas até 15 metros de altura, que devastou o país, com cerca de 105 mil habitantes.

A dupla catástrofe em Tonga, país até então livre de covid-19, foi seguida pelo primeiro surto com infeções locais, ligadas à chegada de ajuda humanitária, principalmente da Austrália e da Nova Zelândia.

As autoridades de Tonga decretaram então o primeiro confinamento das principais ilhas do arquipélago, formado por 169 ilhas, mas onde apenas 36 são habitadas.

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