"As pessoas vacinadas terão definitivamente mais liberdade que as não vacinadas", disse Braun ao jornal Bild am Sonntag.

No momento, os alemães podem comparecer a restaurantes, cinemas e locais desportivos caso estejam completamente vacinados ou apresentem um teste negativo recente para a COVID-19.

Mas se as taxas de infeção continuarem em alta, as pessoas não vacinadas também terão que reduzir os seus contatos, disse Braun.

"Isto poderia significar que visitar lugares como restaurantes, cinemas e estádios não seria mais possível, mesmo para pessoas não vacinadas que se submetam a testes, porque o risco é muito alto", disse.

Braun afirmou que o país tem o dever de proteger a saúde das pessoas. "Isto inclui um serviço de saúde que não tenha que voltar a adiar cirurgias no inverno para tratar pacientes de COVID-19".

A Alemanha regista números de infeção baixos na comparação com os vizinhos europeus, mas os casos aumentaram nas últimas duas semanas, alimentados pela variante Delta.

Na semana passada, Merkel mostrou-se preocupada com a "dinâmica clara e preocupante" de aumento de casos. Ela pediu que o maior número possível de alemães tomasse a vacina.

Até ao momento, 60,8% dos alemães receberam uma dose de vacina e pelo menos 49,1% estão totalmente vacinados.

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