Foi há quase sete anos, no dia 27 de setembro de 2014, que Jean Paul Gaultier anunciou publicamente a intenção de se concentrar apenas na alta-costura e na perfumaria, deixando assim de produzir coleções de pronto a vestir femininas e masculinas. Uma decisão que apanhou de surpresa meio mundo. Agora, um ano e meio após o abandono do estilista francês de 69 anos, que anunciou a reforma em janeiro do ano passado, os atuais responsáveis pela direção criativa da etiqueta decidiram recuperá-las.

A francesa Nicola Lecourt Mansion criou um body preto às riscas, o espanhol Palomo Spain desenhou um corpete florido e a casa de costura alemã Ottolinger recuperou a tradicional camisola às riscas imortalizada pelo criador de moda, tornando-a mais justa e linhas distorcidas. O sutiã cónico que a artista americana Madonna popularizou foi reinterpretado pelo brasileiro Alan Crocetti e o francês com ascendência guadalupense Marvin M'Toumo idealizou uma linha de acessórios com conchas e crustáceos.

À venda a partir da próxima sexta-feira, dia 28, no site da marca, a nova coleção, que assenta num modelo de comercialização digital e numa estrutura de criação rotativa, será promovida pela modelo americana Bella Hadid. "Este regresso é a primeira expressão de uma estratégia para celebrar Jean Paul Gaultier, os seus valores, os seus arquivos e a sua história", refere Antoine Gagey, diretor-geral da etiqueta, detida pelo grupo espanhol Puig, que também possui a Carolina Herrera e a Paco Rabanne.

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