"O governo federal e os governos regionais concordam que cada pessoa que tenha recebido a sua segunda dose da vacina há seis meses, ou mais, pode ter um reforço", com uma terceira dose, declarou o ministro alemão da Saúde, Jens Spahn, em conferência de imprensa após uma cúpula de dois dias na Baviera (sul).

Segundo Spahn, idosos, pacientes com patologias prévias e profissionais da saúde devem ter prioridade, mas toda população poderá beneficiar de uma terceira dose.

"Os reforços depois de seis meses têm que se tornar a regra, e não a exceção", defendeu.

A comissão de vacinação recomenda, atualmente, doses de reforço para pessoas com mais de 70 anos de idade.

A Alemanha registou um novo recorde diário de infeções, com 37.120 novos casos nas últimas 24 horas, segundo o instituto de vigilância sanitária Robert Koch.

"Semanas difíceis estão a chegar", alertou o ministro, que fica no cargo até à formação de uma nova coligação de governo nas próximas semanas.

"Temos ferramentas para quebrar a onda", garantiu Spahn, referindo-se às vacinas.

Segundo os últimos dados oficiais, 55,7 milhões de pessoas estão totalmente vacinadas, ou seja, 67% da população.

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